Semideusa da floresta em sangramento;
oitavário este onde sopro tal lumaréu
noturno, transbordando absinto do cairel,
iniciando a alquimia; encena o encantamento.
Asperge ao bordado, teu ouro, oh druídico ser,
rebrilhando em si, aspira às luzes do condão
alforriando os elos, igual à anunciação
vestida de azul; benção anil enfim vai chover.
À glória da voz, qual lavanda ao espírito,
na queda-d'água e flores brotando da alma
incontida ao dia libertário do grito...
Nascerá à complexão no encanto da fauna;
ilapso em teu coração expiando o meu rito
perdido, ecoando num copo de palmas!
oitavário este onde sopro tal lumaréu
noturno, transbordando absinto do cairel,
iniciando a alquimia; encena o encantamento.
Asperge ao bordado, teu ouro, oh druídico ser,
rebrilhando em si, aspira às luzes do condão
alforriando os elos, igual à anunciação
vestida de azul; benção anil enfim vai chover.
À glória da voz, qual lavanda ao espírito,
na queda-d'água e flores brotando da alma
incontida ao dia libertário do grito...
Nascerá à complexão no encanto da fauna;
ilapso em teu coração expiando o meu rito
perdido, ecoando num copo de palmas!
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