quinta-feira, 19 de julho de 2007

ENQUANTO E QUANDO

Enquanto eu socorrer a quem padece,
Quando eu perdoar, de vez, todas ofensas;
Enquanto eu respeitar todas as crenças,
Quando eu fizer, ao inimigo, prece;
Enquanto à vida alheia eu der respeito,
Quando, ante a ofensa, mantiver a calma;
Enquanto eu preocupar-me com a alma,
E quando, só em mim, achar defeito.
Enquanto eu amparar velho e criança,
Quando eu jamais perder a esperança,
Diante da injustiça em todo canto:
Então vou me sentir feliz na vida,
Ver que batalha alguma foi perdida,
E que valeu a pena eu sofrer tanto.

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