segunda-feira, 30 de julho de 2007

COMO A ÁGUA

A beleza do amar
Brota em mim sempre
Ao nascer de cada dia
Por sina do meu próprio viver
Sem me devastar

Pois... sou como a água
Que aguenta tenebrosas poluições
Sendo quase que apenas restos
De uma verdadeira e única transparência
Permitindo o sangrar do meu coração

Mas, deixo-me ir
Em busca de soluções
Perco um pouco o ritmo
Silencio, diminuo meus passos
Espelho-me na água e continuo

Água, como tu, nem sempre sou
Clara e cristalina
Trago comigo uma difícil missão
Ás vezes de difícil comunicação
Enfim, falta muito pouco
E eu também como tu, vou

1 comentário:

carla granja disse...

olá! belo poema sobre a á gua a agua a alma k nela reflecte . gostei muito. se kiseres passa no meu blog pa veres os meus poemas e tmb coloquei alguns videos. bjos
http://paixoeseencantos.blogs.sapo.pt
carla granja