segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Meu Marinheiro

Hoje espero meu amor, meu marinheiro

E este céu, o claro azul de brigadeiro

Barquinho de manso vem ligeiro,

Recebeu o mensageiro.



O sol cintila a areia nas ondas do mar

Gorjeios melancólicos de pássaros

Trazem preguiça e colorem o ar,

Ao desfrute do meu amor.



E a saudade me mata aos poucos

Deixando meu corpo quase frouxo

Quando entro em seus braços

E esqueço o mundo meu.



E essa mulher quer lhe amar

Quem sabe até a lua escandalizar

E todo meu dengo lhe entregar

Porque amanhã, quem sabe?

Ele vai voltar pro mar.

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