segunda-feira, 27 de outubro de 2008

SOMENTE SER

Sou o que você pode ver

E o que não podes ver

Sou o que você pode sentir

E o que não podes sentir



Sou tempestade em mar calmo

Sou ida sem volta

Sou a procura e o achado

Sou seus sonhos ainda não sonhados



Sou o nome pronunciado

Sou a justa porção do legado

Sou o corte da navalha

Sou a rima do seu significado



Sou poeta de contos rasgados

Sou bondade, sou maldade

Sou tudo isso em pedaços colados

Sou muitas em todas as faces dos lados

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