No ballet da vida
Entre avessos e tropeços
Radiosa, ela me sorri!
Muitas vezes desnuda
Outras sangrando
Aos rodopios tudo muda
Por isso procuro no rastro
Seguir o compasso
Do meu coração
Às vezes estagnada
Outras, alucinada
Caída ao abismo da dor
Ledo engano... Driblo!
E uma corrente de cristal
Puxa-me do umbral
E lenta levito a música
De olhos fechados
De uma forma única
E nessa profundidade
Elevo meus braços
Cantando meu amor
E danço, danço!
Até que vislumbre
Os bordados do ritmo certo
Desfazer o incerto
Embalar a dor
Mostrar mensagens com a etiqueta Luli Coutinho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Luli Coutinho. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
A Deusa dos Teus Dias
Nos traços da cachemira em tradução
Na ilusão de uma deusa nua e indiana
Voejo véus na transparência e sedução
E este amor tão presente traz saudade
Envolvido às danças sutis da verdade
Nos arabescos do adamascado quente
Nos ideogramas estampados da seda
Recebo versos de amor de um passado
Relembro vidas e visões do sonhado
Trago cheiros almiscarados de amor
O jardim florido no castelo entardecer
Em sonhos e visagens às fadas do ser
Recebo o Sol em cores raras e ardente
Numa alquimia de magia as ousadias
Transformo-me na deusa dos teus dias
Na ilusão de uma deusa nua e indiana
Voejo véus na transparência e sedução
E este amor tão presente traz saudade
Envolvido às danças sutis da verdade
Nos arabescos do adamascado quente
Nos ideogramas estampados da seda
Recebo versos de amor de um passado
Relembro vidas e visões do sonhado
Trago cheiros almiscarados de amor
O jardim florido no castelo entardecer
Em sonhos e visagens às fadas do ser
Recebo o Sol em cores raras e ardente
Numa alquimia de magia as ousadias
Transformo-me na deusa dos teus dias
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
No Ballet da Vida
No ballet da vida
Entre avessos e tropeços
Radiosa, ela me sorri!
Muitas vezes desnuda
Outras sangrando
Aos rodopios tudo muda
Por isso procuro no rastro
Seguir o compasso
Do meu coração
Às vezes estagnada
Outras, alucinada
Caída ao abismo da dor
Ledo engano... Driblo!
E uma corrente de cristal
Puxa-me do umbral
E lenta levito a música
De olhos fechados
De uma forma única
E nessa profundidade
Elevo meus braços
Cantando meu amor
E danço, danço!
Até que vislumbre
Os bordados do ritmo certo
Desfazer o incerto
Embalar a dor
Entre avessos e tropeços
Radiosa, ela me sorri!
Muitas vezes desnuda
Outras sangrando
Aos rodopios tudo muda
Por isso procuro no rastro
Seguir o compasso
Do meu coração
Às vezes estagnada
Outras, alucinada
Caída ao abismo da dor
Ledo engano... Driblo!
E uma corrente de cristal
Puxa-me do umbral
E lenta levito a música
De olhos fechados
De uma forma única
E nessa profundidade
Elevo meus braços
Cantando meu amor
E danço, danço!
Até que vislumbre
Os bordados do ritmo certo
Desfazer o incerto
Embalar a dor
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Perdida?
Não, não fiquei perdida!
Na escuridão desprovida
Deixei-me abater por dor
Até o coração vil incolor
Guardei as quimeras
Reservei à dor a espera
Mansa, calada e ferida? Mas,
Nuvens de flores cobriram o ar
A me ver naquele retrato
Estava tão linda e glamorosa
Uni os cacos, refiz os pedaços
Enfeitei-me de amor
Muito incenso na casa...
Envolvi-me em sedas,
Realcei o meu rosto,
Perfumei o corpo e... Ah!
Cantei um blues bem alto!
Na escuridão desprovida
Deixei-me abater por dor
Até o coração vil incolor
Guardei as quimeras
Reservei à dor a espera
Mansa, calada e ferida? Mas,
Nuvens de flores cobriram o ar
A me ver naquele retrato
Estava tão linda e glamorosa
Uni os cacos, refiz os pedaços
Enfeitei-me de amor
Muito incenso na casa...
Envolvi-me em sedas,
Realcei o meu rosto,
Perfumei o corpo e... Ah!
Cantei um blues bem alto!
domingo, 10 de janeiro de 2010
Imaginado!
Tantas insônias iluminadas
O gozo lento criando torpor
Jaz vertido por tanto amor
Pedir ao mundo que se finde
Emergir o meu corpo ao mar
Exaltar em silêncio a esfinge
Talvez pra não ter os sonhos
Que não dizem nada ao sono
E querer na manhã acordar
Perpetuar os abraços fortes
Dançando o balé dos corpos
Rodeados de luz feito astros
Nos beijos o amor dividido
Virarmos pássaros coloridos
Fazer florestas ficarem azuis
Seres da minha imaginação
Violetas na cor entrelaçadas
Sermos sombras abraçadas.
O gozo lento criando torpor
Jaz vertido por tanto amor
Pedir ao mundo que se finde
Emergir o meu corpo ao mar
Exaltar em silêncio a esfinge
Talvez pra não ter os sonhos
Que não dizem nada ao sono
E querer na manhã acordar
Perpetuar os abraços fortes
Dançando o balé dos corpos
Rodeados de luz feito astros
Nos beijos o amor dividido
Virarmos pássaros coloridos
Fazer florestas ficarem azuis
Seres da minha imaginação
Violetas na cor entrelaçadas
Sermos sombras abraçadas.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Seja Bem Vindo!
Abra a porta minha menina
Deixe a Luz prateada entrar
Não espere a noite terminar
São raios raiados a imantar.
Receba a Luz que vai iluminar
Dê boas vindas com um sorriso
Pois um Novo Ano é chegado
Com raios de amor penetrar.
Feliz Ano Novo!!!
Entre e brilhe 2.010!
Deixe a Luz prateada entrar
Não espere a noite terminar
São raios raiados a imantar.
Receba a Luz que vai iluminar
Dê boas vindas com um sorriso
Pois um Novo Ano é chegado
Com raios de amor penetrar.
Feliz Ano Novo!!!
Entre e brilhe 2.010!
Meu Pecado
Um amor se acentua!
Numa fórmula mágica
Cria em cena a escultura
De um corpo alvo à pintura
Na tela rubra cheira a rosa
Poema e mistério à lembrança
Expira os odores do amor
Nos suores chorados de ardor
A mistura de sonhos e sons
No entrelace dos corpos
Num instante o beijo absoluto
Desliza na pele, resoluto
Na silente madrugada
O corpo nu da memória
A espera na alvorada
Do amor ser sua morada
Teu corpo um anjo alado
Com asas de luz e sonho
Meu prazer imaculado
A razão do meu pecado
Numa fórmula mágica
Cria em cena a escultura
De um corpo alvo à pintura
Na tela rubra cheira a rosa
Poema e mistério à lembrança
Expira os odores do amor
Nos suores chorados de ardor
A mistura de sonhos e sons
No entrelace dos corpos
Num instante o beijo absoluto
Desliza na pele, resoluto
Na silente madrugada
O corpo nu da memória
A espera na alvorada
Do amor ser sua morada
Teu corpo um anjo alado
Com asas de luz e sonho
Meu prazer imaculado
A razão do meu pecado
Segredos da Alma
Trago nos olhos
A saudade febril dos sonhos
A ausência constante da cor
Na cantiga presente no amor
Ouço dos lábios da lua
Palavras duras e cruas
Minha boca hoje tão nua
Destila o fel da desventura
Meu coração tão vazio
Num aperto total desvario
Um opaco cristal sem valor
Em pedra lapidada na dor
Meus sonhos sem enredos
Diluem no ar e entre os dedos
Persiste a lágrima que escorre
Num rosto exangue que morre
Esta flor ressequida
Que hoje se vinga sensitiva
Jaz sem guarida esquecida
Segredos da alma doída!
A saudade febril dos sonhos
A ausência constante da cor
Na cantiga presente no amor
Ouço dos lábios da lua
Palavras duras e cruas
Minha boca hoje tão nua
Destila o fel da desventura
Meu coração tão vazio
Num aperto total desvario
Um opaco cristal sem valor
Em pedra lapidada na dor
Meus sonhos sem enredos
Diluem no ar e entre os dedos
Persiste a lágrima que escorre
Num rosto exangue que morre
Esta flor ressequida
Que hoje se vinga sensitiva
Jaz sem guarida esquecida
Segredos da alma doída!
Hei de Sonhar o Amor!
De que são feitos esses mortais,
Quantas almas endoideceram,
Como se voltadas dos umbrais?
Se te sentes feliz hão de pisar-te
Se notarem brilho em teus olhos
Por certo farão anuviá-los
Arrastando pelo chão escuro
Consomem as luzes do amor
Perscrutas, incitam desamor
Meus versos ocos sem ilusão
Duras rimas devoram o coração
Às sombras caídas pelo chão
Onde estão os sonhos de amor,
Àqueles que os sentem dulçor,
Que amores afagam esse peito?
Trago-vos as flores nos braços
Com elas enlaçamos laços
Olvidas sonhares o verso puro?
Pois, hei de sonhá-los no amor
Que em sua nudez a lua inundou
Bendita, onde o meu gerou
Quantas almas endoideceram,
Como se voltadas dos umbrais?
Se te sentes feliz hão de pisar-te
Se notarem brilho em teus olhos
Por certo farão anuviá-los
Arrastando pelo chão escuro
Consomem as luzes do amor
Perscrutas, incitam desamor
Meus versos ocos sem ilusão
Duras rimas devoram o coração
Às sombras caídas pelo chão
Onde estão os sonhos de amor,
Àqueles que os sentem dulçor,
Que amores afagam esse peito?
Trago-vos as flores nos braços
Com elas enlaçamos laços
Olvidas sonhares o verso puro?
Pois, hei de sonhá-los no amor
Que em sua nudez a lua inundou
Bendita, onde o meu gerou
Laços com a Saudade
Na rima do meu poema
Tentei ti versejar
Para meu grande dilema,
Não consegui ti encaixar
Mas isso não é maldade
Tenho laços com a saudade
Atada, não quer mi largar
Teu olhar eterna luz,
Ela não consegue apagar
Esmago essa dor no peito
Não irei-me deixar levar
Bem sei...
Não foste tu, que mataste
Aquele sonho lindo!
Não creio que caia ao abismo
Enleio-te aos meus braços de lírios
Peço-te!
Deixes exalar o perfume no ar!
Tentei ti versejar
Para meu grande dilema,
Não consegui ti encaixar
Mas isso não é maldade
Tenho laços com a saudade
Atada, não quer mi largar
Teu olhar eterna luz,
Ela não consegue apagar
Esmago essa dor no peito
Não irei-me deixar levar
Bem sei...
Não foste tu, que mataste
Aquele sonho lindo!
Não creio que caia ao abismo
Enleio-te aos meus braços de lírios
Peço-te!
Deixes exalar o perfume no ar!
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Meu Pecado
Um amor se acentua!
Numa fórmula mágica
Cria em cena a escultura
De um corpo alvo à pintura
Na tela rubra cheira a rosa
Poema e mistério à lembrança
Expira os odores do amor
Nos suores chorados de ardor
A mistura de sonhos e sons
No entrelace dos corpos
Num instante o beijo absoluto
Desliza na pele, resoluto
Na silente madrugada
O corpo nu da memória
A espera na alvorada
Do amor ser sua morada
Teu corpo um anjo alado
Com asas de luz e sonho
Meu prazer imaculado
A razão do meu pecado
Numa fórmula mágica
Cria em cena a escultura
De um corpo alvo à pintura
Na tela rubra cheira a rosa
Poema e mistério à lembrança
Expira os odores do amor
Nos suores chorados de ardor
A mistura de sonhos e sons
No entrelace dos corpos
Num instante o beijo absoluto
Desliza na pele, resoluto
Na silente madrugada
O corpo nu da memória
A espera na alvorada
Do amor ser sua morada
Teu corpo um anjo alado
Com asas de luz e sonho
Meu prazer imaculado
A razão do meu pecado
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Se Queres me Seduzir...
Chegue manso, delicado ao me tocar!
Cante versos de amor ao sussurrar
Que tuas mãos sejam feitas pra acariciar
E teus beijos bordem beijos de sonhar.
Mostre os segredos! Aqueles que tens medo!
Que tua alma seja o branco do luar
E possuas a sabedoria dos arcanjos
E que os deuses iluminem os teus anjos.
Serpenteie meu coração de carinho
Com fios de seda, teça o teu ninho!
Traga flores raras com seu chegar!
Espero-te em anseios, carinhosa a te amar.
Sinto no peito que virás me seduzir
E por teu jeito meu corpo conduzir
Aos devaneios loucos da ilusão,
A me tragar em suspiros de paixão.
Cante versos de amor ao sussurrar
Que tuas mãos sejam feitas pra acariciar
E teus beijos bordem beijos de sonhar.
Mostre os segredos! Aqueles que tens medo!
Que tua alma seja o branco do luar
E possuas a sabedoria dos arcanjos
E que os deuses iluminem os teus anjos.
Serpenteie meu coração de carinho
Com fios de seda, teça o teu ninho!
Traga flores raras com seu chegar!
Espero-te em anseios, carinhosa a te amar.
Sinto no peito que virás me seduzir
E por teu jeito meu corpo conduzir
Aos devaneios loucos da ilusão,
A me tragar em suspiros de paixão.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Hei de Sonhar o Amor!
De que são feitos esses mortais,
Quantas almas endoideceram,
Como se voltadas dos umbrais?
Se te sentes feliz hão de pisar-te
Se notarem brilho em teus olhos
Por certo farão anuviá-los
Arrastados pelo chão escuro
Consomem as luzes do amor
Perscrutas, incitam desamor
Meus versos ocos sem ilusão
Duras rimas devoram o coração
Às sombras caídas pelo chão
Onde estão os sonhos de amor,
Àqueles que os sentem dulçor,
Que amores afagam esse peito?
Trago-vos as flores nos braços
Com elas enlaçados laços
Olvidas sonhares o verso puro?
Pois, hei de sonhá-los no amor
Que em sua nudez a lua inundou
Bendita, onde o meu gerou
Quantas almas endoideceram,
Como se voltadas dos umbrais?
Se te sentes feliz hão de pisar-te
Se notarem brilho em teus olhos
Por certo farão anuviá-los
Arrastados pelo chão escuro
Consomem as luzes do amor
Perscrutas, incitam desamor
Meus versos ocos sem ilusão
Duras rimas devoram o coração
Às sombras caídas pelo chão
Onde estão os sonhos de amor,
Àqueles que os sentem dulçor,
Que amores afagam esse peito?
Trago-vos as flores nos braços
Com elas enlaçados laços
Olvidas sonhares o verso puro?
Pois, hei de sonhá-los no amor
Que em sua nudez a lua inundou
Bendita, onde o meu gerou
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Marcas do Amor
A marca do amor ficou!
Como se beijos fossem cerejas
Tua boca rubra de amor deixou
Meu corpo molhado suando licor
E meus braços tatuados de abraços
Cessaram por momentos em torpor
Ao senti-los enlaçados com tal furor
E a carne em amor chorou!
Selando um momento eterno
Gravado em meus sonhos
Quando feliz, adormeci!
Como se beijos fossem cerejas
Tua boca rubra de amor deixou
Meu corpo molhado suando licor
E meus braços tatuados de abraços
Cessaram por momentos em torpor
Ao senti-los enlaçados com tal furor
E a carne em amor chorou!
Selando um momento eterno
Gravado em meus sonhos
Quando feliz, adormeci!
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Eu sou...
Como um oráculo!
Estabeleço minhas regras,
Onde intuo os meus dons,
À harmonia dos nossos sons
Eu sou a luz do teu abismo
Beijo-te e te afago em lirismo
No encontro à melodia
Faço-te calar com emoção
Eu sou aquela sinfonia
Que encarnada à poesia
Supera a dor, a algesia
E na arte sou alimento amor
Eu sou a lura do teu corpo
A deusa nua, clara e vidente
A lua nas noites de luz ausente
A doce essência, alma presente!
Estabeleço minhas regras,
Onde intuo os meus dons,
À harmonia dos nossos sons
Eu sou a luz do teu abismo
Beijo-te e te afago em lirismo
No encontro à melodia
Faço-te calar com emoção
Eu sou aquela sinfonia
Que encarnada à poesia
Supera a dor, a algesia
E na arte sou alimento amor
Eu sou a lura do teu corpo
A deusa nua, clara e vidente
A lua nas noites de luz ausente
A doce essência, alma presente!
Lúdica Aquarela
Enlaço a criança que um dia me foi
Uma quimera de amor que brotou
A flor que ao meu coração pousou
De tão bela, trazia no rosto o marfim
E eu a observei de uma forma lírica
E a decifrei como poesia única!
Contemplo em memória, a menina
Que vi crescer e assim desabrochou
Um sonho vivo que me presenteou
Tanto guardo em tela à minha alma
No desenho lúdico, o rostinho dela
Num anjo dourado, pastel aquarela
Uma quimera de amor que brotou
A flor que ao meu coração pousou
De tão bela, trazia no rosto o marfim
E eu a observei de uma forma lírica
E a decifrei como poesia única!
Contemplo em memória, a menina
Que vi crescer e assim desabrochou
Um sonho vivo que me presenteou
Tanto guardo em tela à minha alma
No desenho lúdico, o rostinho dela
Num anjo dourado, pastel aquarela
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Lembranças
Lembranças que eu criei e sei
Que em sonhos devaneei
E na vida, a cores vivenciei
São pedaços do amor guardado
No coração de rubor inundado
Sementes plantadas no corpo
Que hoje alojam meu porto
São pedras fiadas às ilusões
Na boca, pequenas canções
Que transbordam do beijo teu
Um mar de êxtases no lábio meu!
São ternuras de um amanhecer
Tendo-o meu e sedento me ter
É a saudade deste amor bonito
Que sublimo e se torna infinito
Que em sonhos devaneei
E na vida, a cores vivenciei
São pedaços do amor guardado
No coração de rubor inundado
Sementes plantadas no corpo
Que hoje alojam meu porto
São pedras fiadas às ilusões
Na boca, pequenas canções
Que transbordam do beijo teu
Um mar de êxtases no lábio meu!
São ternuras de um amanhecer
Tendo-o meu e sedento me ter
É a saudade deste amor bonito
Que sublimo e se torna infinito
Sentido na Emoção
Guarda meu amor em teu coração
Ele foi intenso e sentido na emoção
Fora a fronte dos desejos, meus ais
Nos sonhos delicados, cantos iguais
Deixa que ele repouse em teu peito
Guarda-me ao teu jardim num preito
Rega a rosa escarlate em tua janela
Enquanto viva, se mostrará bela
Verás desabrochar o voo dos passarinhos,
E aos teus olhos tecerem um ninho
Abrindo a porta e não te estar sozinho
E a mim, que ama o amor doce e puro
Reserva dor e solidão no silêncio escuro
Enlaçada aos véus da magia de amar
Sem olhos para chorar...
Ele foi intenso e sentido na emoção
Fora a fronte dos desejos, meus ais
Nos sonhos delicados, cantos iguais
Deixa que ele repouse em teu peito
Guarda-me ao teu jardim num preito
Rega a rosa escarlate em tua janela
Enquanto viva, se mostrará bela
Verás desabrochar o voo dos passarinhos,
E aos teus olhos tecerem um ninho
Abrindo a porta e não te estar sozinho
E a mim, que ama o amor doce e puro
Reserva dor e solidão no silêncio escuro
Enlaçada aos véus da magia de amar
Sem olhos para chorar...
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Perdida?
Não, não fiquei perdida!
Na escuridão desprovida
Deixei-me abater por dor
Até o coração vil incolor
Guardei as quimeras
Reservei à dor a espera
Mansa, calada e ferida? Mas,
Nuvens de flores cobriram o ar
A me ver naquele retrato
Estava tão linda e glamorosa
Uni os cacos, refiz os pedaços
Enfeitei-me de amor
Muito incenso na casa...
Envolvi-me em sedas,
Realcei o meu rosto,
Perfumei o corpo e... Ah!
Cantei um bleus bem alto!
Na escuridão desprovida
Deixei-me abater por dor
Até o coração vil incolor
Guardei as quimeras
Reservei à dor a espera
Mansa, calada e ferida? Mas,
Nuvens de flores cobriram o ar
A me ver naquele retrato
Estava tão linda e glamorosa
Uni os cacos, refiz os pedaços
Enfeitei-me de amor
Muito incenso na casa...
Envolvi-me em sedas,
Realcei o meu rosto,
Perfumei o corpo e... Ah!
Cantei um bleus bem alto!
Sentindo na Emoção
Guarda meu amor em teu coração
Ele foi intenso e sentido na emoção
Fora a fronte dos desejos, meus ais
Nos sonhos delicados, cantos iguais
Deixa que ele repouse em teu peito
Guarda-me ao teu jardim num preito
Rega a rosa escarlate em tua janela
Enquanto viva, se mostrará bela
Verás desabrochar o voo dos passarinhos,
E aos teus olhos tecerem um ninho
Abrindo a porta e não te estar sozinho
E a mim, que ama o amor doce e puro
Reserva dor e solidão no silêncio escuro
Enlaçada aos véus da magia de amar
Sem olhos para chorar...
Ele foi intenso e sentido na emoção
Fora a fronte dos desejos, meus ais
Nos sonhos delicados, cantos iguais
Deixa que ele repouse em teu peito
Guarda-me ao teu jardim num preito
Rega a rosa escarlate em tua janela
Enquanto viva, se mostrará bela
Verás desabrochar o voo dos passarinhos,
E aos teus olhos tecerem um ninho
Abrindo a porta e não te estar sozinho
E a mim, que ama o amor doce e puro
Reserva dor e solidão no silêncio escuro
Enlaçada aos véus da magia de amar
Sem olhos para chorar...
Subscrever:
Mensagens (Atom)