Você...
É a luz que me ilumina,
calor que dissemina,
o medo de verter segredo.
Você...
É o brando tom da clave dó
que invade meus ouvidos
surdos de eu viver só...
resultado fútil de tantas
almas pequenas
que despejaram sobre mim
lamentos de suas penas.
Você...
Que me envolve e devolve, os carinhos
atirados feito sementes aos passarinhos,
espalhando, fazendo brotar esse amor
que floresceu
no canto recolhido
de minha alma.
Você...
que me abriga, me anima e me acalma.
Sua palavra é alimento que me salva
de morrer vazia,
de virar nostalgia...
Você...
Sopra vida em minha
sorte escondida,
trazendo à tona
a minha força perdida,
que me ata ao tempo,
no relento,
feito um nó.
Você...
me desata,
me enlastece,
estimando-me nesse revese,
sabendo-me quase de cór.
É a luz que me ilumina,
calor que dissemina,
o medo de verter segredo.
Você...
É o brando tom da clave dó
que invade meus ouvidos
surdos de eu viver só...
resultado fútil de tantas
almas pequenas
que despejaram sobre mim
lamentos de suas penas.
Você...
Que me envolve e devolve, os carinhos
atirados feito sementes aos passarinhos,
espalhando, fazendo brotar esse amor
que floresceu
no canto recolhido
de minha alma.
Você...
que me abriga, me anima e me acalma.
Sua palavra é alimento que me salva
de morrer vazia,
de virar nostalgia...
Você...
Sopra vida em minha
sorte escondida,
trazendo à tona
a minha força perdida,
que me ata ao tempo,
no relento,
feito um nó.
Você...
me desata,
me enlastece,
estimando-me nesse revese,
sabendo-me quase de cór.
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