De tu, oh flor-de-lis, pouco eu sabia,
A não ser que eras muito respeitada,
Não só na plebe mas na monarquia,
Onde, por tantos nobres, foste usada.
De alto valor e até idolatria,
A tua marca foi conceituada,
Por Mosqueteiros em grande euforia,
E em fábula francesa bem contada.
E um dia te tornaste uma mulher...
Marcaste o criminoso no passado,
E segues, no presente, a condená-lo.
Para atraí-lo instiga-lhe o dever,
De pagar-te penhor já resgatado.
Como castigo, finges muito amá-lo.
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