Quando o corpo carcomido
maltrata o ser,essa
materia que nos foi
emprestada,
o envoltorio se desprende...
desperta da apatia,da letargia
se solta das amarras
se enche assim,de alegria.
Voa silenciosa a alma,
espírito livre, plaina
no hemisfério perdida
em melancólica agonia fatal.
Consumida no pranto em dor
vive nas trevas a embalar
seu canto triste de amor.
Caminha entre nuvens,
brincando com o sol
namorando a lua, de
mãos dadas com as estrelas,
vai em busca de perfeição,
fugindo lépida da inquietação.
Vai de encontro a poesia
que brota de seu coração.
Canta a suave melodia
dos sentimentos,em harmonia
com a luz das estrelas que brilham
incandescente no firmamento
caminhando silenciosa
em busca da almejada paz,
fugindo das provocações,
dessa tumultuada
vida mundana....cheia de
maledicências e tentações.
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