Ser mulher... Uma doce magia, principalmente, quando temos o privilégio da maternidade e de um casamento feliz!
A mulher por natureza tem um caráter doce, meigo e mais conciliador do que os homens, embora isso não signifique que elas sejam mais fracas...
Nós, seres humanos, possuímos soberania sobre nós mesmos. Assim sendo, nenhuma adversidade ou pessoa tem o poder de nos subjugar e roubar-nos a felicidade...
A essência de toda a vida espiritual é a emoção que há em nós, é a nossa atitude de amor e solidariedade para com os outros. Se a nossa motivação é pura e sincera, todo o resto vem por si.
A mulher tem por obrigação maternal desenvolver essa atitude correta com os filhos, marido e seus semelhantes, baseando-se na bondade, no amor, no respeito ao próximo, na fé, amizade, compreensão, simplicidade e, sobretudo, na clara percepção da singularidade de cada um...
E como nós, mulheres, nos deixamos sempre contagiar pelos momentos mágicos do casamento, da noite de núpcias, do nascimento dos filhos, devemos ter a consciência de que um casal é somente uma pessoa dividida em dois corações... Se tivermos a compreensão desse amor, aí, sim, nos sentiremos em plenitude com o mundo e poderemos colocar filhos no mundo, porque somos conscientes do amor que temos no coração e de como orientá-los nos caminhos da vida.
A doce magia de ser mulher nos foi concedida pelo Supremo Arquiteto do Universo. E se Ele nos confiou essa qualidade é porque conhece bem o interior da mulher. Isso não vem provar, em hipótese alguma, que o homem em sua sapiência não seja capaz de amar da mesma forma que a mulher, com a mesma benevolência, com a mesma dedicação... Pelo fato de pertencermos ao sexo frágil, temos o poder de perdoar e conciliar as coisas mais facilmente do que os homens!
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