sábado, 18 de outubro de 2008

Soneto em dois tempos

O Tempo é do pensar... Que calmaria!

Seguir à frente... Sensação ao lado

No espaço que oTempo se anuncia

Ver a Alma em dois tempos... Separado!







Leva-me a correnteza e eu me deixo

Ancorar nesse meio de Alma bruta

E me deito ali, no cais ou seixo

Da Terra, Ar e Sol, d'um Céu sem luta.







Oh! Alma fraca de feição imberbe

Vagar tão longe sonolenta e breve

Se na ilusão não me achei sentido!?...







Hoje, fui fantasma de uma Moça

Livre a caminhar com a Velha coxa

No passo de dois tempos... redimido!

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