quarta-feira, 15 de outubro de 2008

DRIBLANDO O RELÓGIO

As horas passam
Não tenho pressa
Consigo parar e pensar
No muito que tenho a fazer...



Ouço o teu tique-taque,
Sonoro, ao querer me lembrar
Que o tempo urge passar
Mas dele quem cuida sou eu
Mesmo que eu saiba...
Ser tua pretensão, escravizar!



Na dança dos teus ponteiros
Embalo no ritmo e me vejo...
Atenta ao ver que consigo
Driblar teu tinir rotineiro.



Horas, minutos segundos
O que representam?
De ti não sinto medo
És apenas um instrumento do tempo
E eu, ser de coragem guerreira.

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