sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Desfiladeiro da solidão.

Becos escuros, sombrios
marmorizados na imensidão
sombreando o coração
exterminando a emoção.

Torres altas
perdidas no infinito
sem rumo, sem direção
labirintos sem saídas...

Espadas cortantes
ceifando a vida, apagando
a luminosidade do dia
de almas inocentes.

Vazio...sofrimento...
lentidão dos sentidos
estrelas sem luz
sol sem calor
só dor,padecimento..

Crueldade com o mundo...
sorrateiramente a morte chegou
levou o poeta sorridente,
sua chama, seu brilho se apagou.

Deixou apenas perpetuada
a saudade,a lembrança
na alma de quem muito
o aplaudiu,com ele riu, se
emocionou e muito o amou.

Mas o poeta não morre...
ele deixa eternizado nos seus escritos
a essencia de sua alma,
a sublimidade de sua paixão,
seus sonhos...devaneios...fantasias
que viverão imortalizadas para
sempre no nosso coracão.

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