Sem esconder
meu sentimento, navego
em tua escrita náutica,
vislumbrando em balsâmicas
oferendas, lúdicas aos meus olhos,
vendo-te assim, no orvalho
do sempre jacarandá!
Sou pássaro solitário
versando-te nas areias,
onde vento traz teu nome,
acaricia tua sombra e por fim
desenha teu coração
refletindo carinhos e
toques enigmáticos!
Sou lobo Solitário,
esperando-te no
Porto Imensidão,
lá onde a brisa ama
os amantes do amor,
e faz de teus cabelos
um balet inconfundível,
para está alma que te vê
em indianos tecidos,
a te afagar com fervor!
Sou Instrumento solitário,
musicando-te em lagunas,
te desejando em sois e luas
de um amor feiticeiro, lá
onde o tempo não passa
e teus poros se fazem o jardim
do Éden apaixonado!
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