Pregastes um saber na cruz do exemplo,
Trazendo a ceifa o pobre condenado:
Amor, um vagabundo violento,
Que deita com qualquer desajustado.
Nas voltas que se alinham revoltantes,
Aos giros e contornos dos teus pregos,
Ferrugens de ansiares abrasantes,
Nos templos enrugados como velhos.
Te aquieta, ser, não gema, não destoe!
O mundo, esse bêbado girante,
Passeia como anônimo sem nome.
Não vale um centil da tua dor,
Que pese o sacrifício de um infante
Que valha o morrer, só por amor!
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