terça-feira, 7 de abril de 2009

EXPOSIÇÃO DE UM SENTIR

Sempre fui o que sou.
Fui ontem o que hoje ainda sou.
Amanhã serei incandescente ebulição,
fragmentos de um coração
que muito amou.

Ontem fui amigo,
hoje sou castigo,
evolução da eternidade.
Amanhã serei apenas viandante,
amante de uma eterna saudade.

Ontem fui saudosa alegria,
hoje sou paz contagiante,
amanhã sou nada mais que
deambulante nostalgia.

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