segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

SILÊNCIO DE QUEM ESBOFETEIA

Fácil falar, esbofetear com letras,

As palavras tomam formas,

E o covarde se deleita!

Ao silêncio da não resposta,

Acha-se mesmo ofendido...

O Mal parido oculta

A falsa conduta,

De quem foge a verdade.

Está aí declarado a injustiça,

Mais dia, menos dia

O cego toma vida

E a verdade sobrevive,

Como sempre acontece.

E o esbofeteador permanece

No escuro do ranger dos dentes!

Fala-se em amor e paz,

Olha lá quem a discórdia traz...

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