terça-feira, 17 de junho de 2008

EU NÃO ABRO MÃO

Das lembranças e dos momentos vividos
Da minha juventude
Das lágrimas e risos contidos
Não abro mão de desejos supérfluos
de sonhos sem significado
de um tempo fugido
de uma vida de luz
Não abro mão de uma certeza,
de uma afirmação, de uma dúvida,
de um dilema sem sentido.
Não abro mão dos mistérios do universo,
de uma estrela que se apaga e da vida que vivi.

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