terça-feira, 1 de abril de 2008

MINHAS ILUSÕES

Seu olhar e suas silenciosas nostalgias,

seus lábios quentes, carnudos de carmim

deixam como ameaça o risco para mim

de viver nos domínios das hipnosias.



No silêncio tranqüilo da noite onírica,

minh'alma leve, voa pelo mundo etéreo

sem pecha ou o triste colorir cinéreo,

no versejar canoro da poesia lírica.






Vejo-te ó santa das minhas ilusões

a trazer-me nova e bela realidade

salvando-me do mundo da hipocrisia.



Assim, greta-se a ameaça das ilusões

e renascem os princípios da verdade

cantados pelo vate na doce poesia.

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