Onde estás ó meu amor,
Dá-me apenas uma piscada
Ou um leve olhar,
Uns acenos ou pelo menos
Um leve sorriso, eu te peço!
Será que mereço?
Acredita na minha dor,
Careço da força do teu amor,
Sejas comigo aquiescente, exeqüível,
Não torne o nosso amor impossível,
Sinto imensamente a tua falta,
Tua ausência me maltrata!
Quero o nosso amor ressuscitado,
Saibas, continuo apaixonado,
Hoje me apoio nos meus versos,
Com você há muito não converso,
Precisamos de uma solução...
Não agüenta o meu coração,
Esse viver de sonho!
Eu a ti proponho
Não quero viver mais de fantasia,
Já cansei de viver de poesia
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domingo, 19 de dezembro de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Vem me amar
Ando sem parar,
vou pelas estrelas e pelos mares a te procurar...
pelo éter, respiro os ares, com fé e confiança,
pego as asas da esperança
e volto a voar...
Não importa a minha loucura
eu só quero te amar,
não meço o quanto o tempo dura...
Pego um barco à deriva, não quero ancorar,
atinjo o alto mar passo nas ilhas da ilusão...
Pede meu coração, volto para a areia,
encontro lá uma bela sereia...
És tu metamorfoseada,
agora uma sereia encantada,
chegou nas costa da baleia, vem minha amada,
volta, desancanta!
Tu me encantas, vem para a vida dos amores,
vem que te cobrirei de flores...
não sei o que fazer quero, no amor, sobreviver,
vem! Vem me amar...
vou pelas estrelas e pelos mares a te procurar...
pelo éter, respiro os ares, com fé e confiança,
pego as asas da esperança
e volto a voar...
Não importa a minha loucura
eu só quero te amar,
não meço o quanto o tempo dura...
Pego um barco à deriva, não quero ancorar,
atinjo o alto mar passo nas ilhas da ilusão...
Pede meu coração, volto para a areia,
encontro lá uma bela sereia...
És tu metamorfoseada,
agora uma sereia encantada,
chegou nas costa da baleia, vem minha amada,
volta, desancanta!
Tu me encantas, vem para a vida dos amores,
vem que te cobrirei de flores...
não sei o que fazer quero, no amor, sobreviver,
vem! Vem me amar...
Rastros da vida
Ainda criança, na "casa grande", que com meus pais vivia,
Eu via o encontro dos ponteiros dos velho relógio de parede
e as dolentes badaladas ouvia...
Eram as horas a contarem os meus dias.
Atormentava-me essa medição...
Eram as badalada das horas, tensa monotonia...
O tempo passa e deixa visível o seu rastro,
São as marcas das tristezas, dos desânimos,
Das venturas, das alegrias, das vitórias
E dos encanto dos amores...
Ingredientes perenes da vida...
Eximir-se dessas pegadas seria impossível,
Mas deveríamos apagá-las da nossa mente,
Exceto as indeléveis marcas do amor,
Refletidas na saudade...
Eu via o encontro dos ponteiros dos velho relógio de parede
e as dolentes badaladas ouvia...
Eram as horas a contarem os meus dias.
Atormentava-me essa medição...
Eram as badalada das horas, tensa monotonia...
O tempo passa e deixa visível o seu rastro,
São as marcas das tristezas, dos desânimos,
Das venturas, das alegrias, das vitórias
E dos encanto dos amores...
Ingredientes perenes da vida...
Eximir-se dessas pegadas seria impossível,
Mas deveríamos apagá-las da nossa mente,
Exceto as indeléveis marcas do amor,
Refletidas na saudade...
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Erupção
Toco no teu corpo,
olho nos teus olhos,
delicio o teu abraço
fico logo alucinado
quero ficar abraçado
sentindo o teu calor,
anseio o teu amor,
meu corpo se agita
ao beijar a tua boca,
ficas tal uma louca
a explodir de desejo,
deslizo a minha mão
por todo o teu corpo
eita, que alucinação,
agita-se meu coração,
escuto o teu gemido,
é grande o rebuliço,
na hora do remexido,
fica tudo enroscado
e o suor derramado
fico, assim, molhado
de amor, ensopado,
e nesse imenso calor
aperto o acelerador
aumenta a agitação,
é grande a confusão,
no gemido sem dor,
agora a convulsão,
no ápice do amor!
olho nos teus olhos,
delicio o teu abraço
fico logo alucinado
quero ficar abraçado
sentindo o teu calor,
anseio o teu amor,
meu corpo se agita
ao beijar a tua boca,
ficas tal uma louca
a explodir de desejo,
deslizo a minha mão
por todo o teu corpo
eita, que alucinação,
agita-se meu coração,
escuto o teu gemido,
é grande o rebuliço,
na hora do remexido,
fica tudo enroscado
e o suor derramado
fico, assim, molhado
de amor, ensopado,
e nesse imenso calor
aperto o acelerador
aumenta a agitação,
é grande a confusão,
no gemido sem dor,
agora a convulsão,
no ápice do amor!
Estás no meu coração
Vejo-te no meu silêncio,
quando olho para o céu das estrelas,
Vejo-te quando, saudoso,
volto ao meu passado de saudades,
Vejo-te quando, no verão,
sinto uma sensação de nostalgia.
Vejo-te quando, no outono,
entristecem-se os jardins,
Vejo-te quando me lembro
dos nossos encontros
nas noites frias do inverno.
Vejo-te quando, na primavera
olho para as flores...
Vejo-te em tudo, todos os dias,
talvez porque, perenemente
vives no meu coração.
Vejo-te, principalmente,
porque és o meu sonho de amor...
quando olho para o céu das estrelas,
Vejo-te quando, saudoso,
volto ao meu passado de saudades,
Vejo-te quando, no verão,
sinto uma sensação de nostalgia.
Vejo-te quando, no outono,
entristecem-se os jardins,
Vejo-te quando me lembro
dos nossos encontros
nas noites frias do inverno.
Vejo-te quando, na primavera
olho para as flores...
Vejo-te em tudo, todos os dias,
talvez porque, perenemente
vives no meu coração.
Vejo-te, principalmente,
porque és o meu sonho de amor...
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Nostalgia
São três flores que resumem os meus ex-amores:
A "orquídea" tem o lilás da paixão,
A "saudade", tem os ares da pureza,
O "amor-perfeito" expressa sensualidades...
Cada uma com a sua beleza
Que enlevava meu coração,
Elas simbolizam os meus ex-amores...
Seria veleidade,
Tê-las no meu coração?
Foi-se aquele tempo da emoção,
Hoje, está comigo a fria realidade.
Tive um passado de conflitos
Sempre submisso à emoção,
Momentos sofridos,
Dos êxtases da paixão.
Assim foi a minha juventude
Imaginava-me um sedutor,
Tinha o ímpeto de um alude,
Na conquista de um amor.
Continuo no mundo da ilusão,
Não escondo essa verdade,
Não é fácil encarar a realidade
Que subjuga o meu coração.
Trilhei longos caminhos,
Às vezes, agi como um ator,
Nunca fui um sedutor,
Queria só dar carinhos.
Meus sonhos, quero alimentar,
Ainda tenho minhas fantasias,
Perseguem-me as nostalgias,
Não quero deixar de amar.
A "orquídea" tem o lilás da paixão,
A "saudade", tem os ares da pureza,
O "amor-perfeito" expressa sensualidades...
Cada uma com a sua beleza
Que enlevava meu coração,
Elas simbolizam os meus ex-amores...
Seria veleidade,
Tê-las no meu coração?
Foi-se aquele tempo da emoção,
Hoje, está comigo a fria realidade.
Tive um passado de conflitos
Sempre submisso à emoção,
Momentos sofridos,
Dos êxtases da paixão.
Assim foi a minha juventude
Imaginava-me um sedutor,
Tinha o ímpeto de um alude,
Na conquista de um amor.
Continuo no mundo da ilusão,
Não escondo essa verdade,
Não é fácil encarar a realidade
Que subjuga o meu coração.
Trilhei longos caminhos,
Às vezes, agi como um ator,
Nunca fui um sedutor,
Queria só dar carinhos.
Meus sonhos, quero alimentar,
Ainda tenho minhas fantasias,
Perseguem-me as nostalgias,
Não quero deixar de amar.
Pai e Avô
Meus filhos chegaram como presentes do Deus Criador.
Com eles eu recebi a incumbência de lhes orientar e proteger.
Procurei ensinar-lhes que o mais importante da vida é a verdade.
Que viemos para cá a fim de cumprirmos uma missão.
Que nunca devemos dissociar a mente do coração.
Da mente flui a razão e do coração, vem o amor.
Que a nossa inter-relação (pai e filho),
mesmo sem normas expressas, deve apoiar-se no respeito e na mútua compreensão, sem nunca fugirmos dos elementares princípios da razão,
Que todos temos inteligência e um coração,
ambos devem seguir na vida, emparelhados,
eles são bússola, orientação.
Depois, os meus filhos tornaram-se pais, passei, então, além de pai, ser também, avô, duplicou-se, assim, no meu coração, o carinho e o amor...
A minha vida passou a ter a missão de ser duas vezes pai....
Os meus filhos, para o meu coração, continuam crianças...
Meus olhos cintilam nas suas alegria,
mas, facilmente, choram nos seus momentos de tristeza,.
A minha disciplina foi e será sempre será aliada ao carinho...
Que eles tenham fé, eu os tenho nas minhas orações.
Com eles eu recebi a incumbência de lhes orientar e proteger.
Procurei ensinar-lhes que o mais importante da vida é a verdade.
Que viemos para cá a fim de cumprirmos uma missão.
Que nunca devemos dissociar a mente do coração.
Da mente flui a razão e do coração, vem o amor.
Que a nossa inter-relação (pai e filho),
mesmo sem normas expressas, deve apoiar-se no respeito e na mútua compreensão, sem nunca fugirmos dos elementares princípios da razão,
Que todos temos inteligência e um coração,
ambos devem seguir na vida, emparelhados,
eles são bússola, orientação.
Depois, os meus filhos tornaram-se pais, passei, então, além de pai, ser também, avô, duplicou-se, assim, no meu coração, o carinho e o amor...
A minha vida passou a ter a missão de ser duas vezes pai....
Os meus filhos, para o meu coração, continuam crianças...
Meus olhos cintilam nas suas alegria,
mas, facilmente, choram nos seus momentos de tristeza,.
A minha disciplina foi e será sempre será aliada ao carinho...
Que eles tenham fé, eu os tenho nas minhas orações.
terça-feira, 13 de abril de 2010
NOSSO PASSADO
Ao ritmo do bolero "caliente",
Com a magia do devaneio,
Encho d'amor a minha mente,
Recordo todo o meu anseio,
De um passado de ilusão...
Ressente-se o meu coração,
Transbordante de saudade...
Fluem imagens perdidas,
Dos meus sonhos passados,
Das ilusões vividas,
Hoje tudo acabado...
Resta o ritmo dolente,
Que faz voltar à minha mente,
O nosso lindo passado
Embora o tempo passe,
Quero viver sempre o presente
No ritmo delicado desse bolero...
Contigo dançar esta noite eu quero
Ao som desses acordes melodiosos.
Quero transpor-me ao transcendental,
Receber o teu corpo nos meus braços,
E, assim, eu poder sentir o teu calor,
E dimensionar e avaliar o teu amor,
Nos cochichos dos teus abraços.
Com a magia do devaneio,
Encho d'amor a minha mente,
Recordo todo o meu anseio,
De um passado de ilusão...
Ressente-se o meu coração,
Transbordante de saudade...
Fluem imagens perdidas,
Dos meus sonhos passados,
Das ilusões vividas,
Hoje tudo acabado...
Resta o ritmo dolente,
Que faz voltar à minha mente,
O nosso lindo passado
Embora o tempo passe,
Quero viver sempre o presente
No ritmo delicado desse bolero...
Contigo dançar esta noite eu quero
Ao som desses acordes melodiosos.
Quero transpor-me ao transcendental,
Receber o teu corpo nos meus braços,
E, assim, eu poder sentir o teu calor,
E dimensionar e avaliar o teu amor,
Nos cochichos dos teus abraços.
NOSSOS OLHARES
O teu olhar para mim
Refletia o sentimento do teu coração,
Vi o amor sorrir nos teus olhos,
Era a tua satisfação revelada,
Piscaste e sorriste para mim.
No cruzar dos nossos olhares,
Animou-se o meu viver,
Vi o início de um amor...
Esses gestos dos olhares
E os nossos corações felizes,
Foi a ponte que uniu
Os nossos corações...
Refletia o sentimento do teu coração,
Vi o amor sorrir nos teus olhos,
Era a tua satisfação revelada,
Piscaste e sorriste para mim.
No cruzar dos nossos olhares,
Animou-se o meu viver,
Vi o início de um amor...
Esses gestos dos olhares
E os nossos corações felizes,
Foi a ponte que uniu
Os nossos corações...
quarta-feira, 10 de março de 2010
A MULHER E A POESIA
Quanta sabedoria teve o criador,
Para deixar o mundo com mais beleza!
Criou o dia, para nos alegrar,
Criou a noite, enfeitou-a de estrelas,
Criou as matas, coloriu-as de flores,
Criou o homem para dominar a natureza
Criou a mulher para, com sua beleza,
Dominar o homem...
A mulher é fonte de doçura, de amor,
É meiguice, é emoção, é alegria, é cor,
É dengo, é ternura, é inspiração,
É poesia, é amor!
Para deixar o mundo com mais beleza!
Criou o dia, para nos alegrar,
Criou a noite, enfeitou-a de estrelas,
Criou as matas, coloriu-as de flores,
Criou o homem para dominar a natureza
Criou a mulher para, com sua beleza,
Dominar o homem...
A mulher é fonte de doçura, de amor,
É meiguice, é emoção, é alegria, é cor,
É dengo, é ternura, é inspiração,
É poesia, é amor!
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Minha Professora
Ó minha professora, não percebias
que eu olhava para ti, com o olhar pidão?
Dentro de mim, corroia-me, por ti,
uma silenciosa paixão!
Na capa do meu caderno
tinha desenhado o teu coração...
Eu era e não sabia,
um seguidor da filosofia de Platão!
Se eu pudesse, minha professora,
hoje, te falaria da minha paixão,
quem sabe poderias ter dó de mim,
dar-me-ia a doce permissão
para te abraçar
e nesse abraço sentir teu coração...
Mas é impossível,
como é incrível,
esta minha
situação!
Essa é uma amarga realidade,
digo-te, nunca esqueci de ti,
hoje vives nas minhas
saudades.
que eu olhava para ti, com o olhar pidão?
Dentro de mim, corroia-me, por ti,
uma silenciosa paixão!
Na capa do meu caderno
tinha desenhado o teu coração...
Eu era e não sabia,
um seguidor da filosofia de Platão!
Se eu pudesse, minha professora,
hoje, te falaria da minha paixão,
quem sabe poderias ter dó de mim,
dar-me-ia a doce permissão
para te abraçar
e nesse abraço sentir teu coração...
Mas é impossível,
como é incrível,
esta minha
situação!
Essa é uma amarga realidade,
digo-te, nunca esqueci de ti,
hoje vives nas minhas
saudades.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
ROSA AZUL
No embalo da "Valsa das Flores",
O salão todo iluminado,
De flores rubras, todo enfeitado.
Mas quem pudera!
Eu mantinha a rosa azul,
Apertada ao peito,
Junto ao meu coração...
E assim, como todos,
Deslizávamos pelo salão,
E, numa daquelas contradanças,
Ofertei-lhe a rosa azul
Do meu coração...
Foi um instante deslumbrante!
Ela saía, afinal, do meu pensamento
Para, ao encontro com a realidade,
Aportar no meu coração...
Espero que essa seja para sempre
A sua e a minha verdade....
O salão todo iluminado,
De flores rubras, todo enfeitado.
Mas quem pudera!
Eu mantinha a rosa azul,
Apertada ao peito,
Junto ao meu coração...
E assim, como todos,
Deslizávamos pelo salão,
E, numa daquelas contradanças,
Ofertei-lhe a rosa azul
Do meu coração...
Foi um instante deslumbrante!
Ela saía, afinal, do meu pensamento
Para, ao encontro com a realidade,
Aportar no meu coração...
Espero que essa seja para sempre
A sua e a minha verdade....
domingo, 24 de janeiro de 2010
ROSA AZUL
No embalo da "Valsa das Flores",
O salão todo iluminado,
De flores rubras, todo enfeitado.
Mas quem pudera!
Eu mantinha a rosa azul,
Apertada ao peito,
Junto ao meu coração...
E assim, como todos,
Deslizávamos pelo salão,
E, numa daquelas contradanças,
Ofertei-lhe a rosa azul
Do meu coração...
Foi um instante deslumbrante!
Ela saía, afinal, do meu pensamento
Para, ao encontro com a realidade,
Aportar no meu coração...
Espero que essa seja para sempre
A sua e a minha verdade....
O salão todo iluminado,
De flores rubras, todo enfeitado.
Mas quem pudera!
Eu mantinha a rosa azul,
Apertada ao peito,
Junto ao meu coração...
E assim, como todos,
Deslizávamos pelo salão,
E, numa daquelas contradanças,
Ofertei-lhe a rosa azul
Do meu coração...
Foi um instante deslumbrante!
Ela saía, afinal, do meu pensamento
Para, ao encontro com a realidade,
Aportar no meu coração...
Espero que essa seja para sempre
A sua e a minha verdade....
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Sem teus olhos
Verso negros da lua sem noite,
De nuvens de gusa e bronze,
No desespero da insegurança,
Quando procuro e não vejo
Os teus olhos...
Existe até nos covis esperança
Quero teu olhar atrevido sem pejo
Sem desapego, sem fantasia
Sumirei contigo nos mares do amor...
Nas bases sutis há coerência
Inserta nas entrelinha da poesia.
Meu apelo: vem! Volta, vem me ver,
Padeço a dor da tua ausência.
De nuvens de gusa e bronze,
No desespero da insegurança,
Quando procuro e não vejo
Os teus olhos...
Existe até nos covis esperança
Quero teu olhar atrevido sem pejo
Sem desapego, sem fantasia
Sumirei contigo nos mares do amor...
Nas bases sutis há coerência
Inserta nas entrelinha da poesia.
Meu apelo: vem! Volta, vem me ver,
Padeço a dor da tua ausência.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Tempo
Ó TEMPO, porque és tão oscilante e incerto!
Ó tempo, presenciaste minha dores e as minha venturas
Por isso, ó tempo, devolve-me os abraços dos meus amores.
Ó tempo és agora momentos das minhas saudades...
Ficaste. ó tempo. com minhas paixões e os meus amores,
Deixaste comigo, ó tempo, somente as minhas dores!
Ó tempo, às vezes, passas e somes tão apressado!
Ó tempo, logo serás porvir! Traz-me paz, eu te espero ansioso,
Aja com lealdade, não me enganes, senão fico frustrado!
Ó tempo que passas célere, não leva o meu amor,
Ó tempo, sei que não voltas mais! Deixa comigo
Os meus bons momentos de felicidade,
Faças assim para não aumentar a minha dor!
Deixa comigo minhas alegrias e a vontade de viver,
Não faças do meu viver, um mundo de saudade.
Leva, para sempre os meus dissabores,
Ó tempo, ja tive tantas e tantas desilusões.
Deixa-me, por favor, o afago. dos meus amores...
Ó tempo, presenciaste minha dores e as minha venturas
Por isso, ó tempo, devolve-me os abraços dos meus amores.
Ó tempo és agora momentos das minhas saudades...
Ficaste. ó tempo. com minhas paixões e os meus amores,
Deixaste comigo, ó tempo, somente as minhas dores!
Ó tempo, às vezes, passas e somes tão apressado!
Ó tempo, logo serás porvir! Traz-me paz, eu te espero ansioso,
Aja com lealdade, não me enganes, senão fico frustrado!
Ó tempo que passas célere, não leva o meu amor,
Ó tempo, sei que não voltas mais! Deixa comigo
Os meus bons momentos de felicidade,
Faças assim para não aumentar a minha dor!
Deixa comigo minhas alegrias e a vontade de viver,
Não faças do meu viver, um mundo de saudade.
Leva, para sempre os meus dissabores,
Ó tempo, ja tive tantas e tantas desilusões.
Deixa-me, por favor, o afago. dos meus amores...
Lá, onde sonhei
Estive perdido no mundo do amor,
Ela era colorido de flores silvestre e rosas,
Uma brisa morena e morna me acairiciava
Numa forma suave carinhosa,
Em cada entardecer...
A aura da felicidade me envolvia
E eu lá, cá comigo, pensava e dizia:
- Isto deve ser o portal do paraíso.
Pena que estava só e não podia dividir essa felicidade,
Mas não tão só, eu sentia a presença de Deus
No encanto daquela beleza...
Os lagos eram azuis como nosso céu,
As montanhas verdejantes e belas
Eram cortados por rios silenciosos,
Os pássaros se uniam. e numa sinfonia,
Celebravam cada amanhecer...
Alí estava concretizado o encanto
Que jamais pude esquecer...
Ela era colorido de flores silvestre e rosas,
Uma brisa morena e morna me acairiciava
Numa forma suave carinhosa,
Em cada entardecer...
A aura da felicidade me envolvia
E eu lá, cá comigo, pensava e dizia:
- Isto deve ser o portal do paraíso.
Pena que estava só e não podia dividir essa felicidade,
Mas não tão só, eu sentia a presença de Deus
No encanto daquela beleza...
Os lagos eram azuis como nosso céu,
As montanhas verdejantes e belas
Eram cortados por rios silenciosos,
Os pássaros se uniam. e numa sinfonia,
Celebravam cada amanhecer...
Alí estava concretizado o encanto
Que jamais pude esquecer...
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
A santa do amor
Ela encanta, ela é beleza...
Onde é a sua morada, eu não sei, mas a vejo sempre nos meus sonhos.
Ela é linda, ela é graciosa, ela me encanta!
Ela tem o frescor da aura do entardecer.
Ela é delicada como a pétala de uma rosa e tem os ares de uma santa.
Não sei! Ela pode ser uma cigana sumida, ou quem sabe, a Afrodite vivificada,
Mas, também, pode ser uma sereia perdida. Só sei que ela existe!
Sempre que a vejo sinto perfume na brisa,
Ela está nos meus sonhos acordados, pode parecer uma alucinação, até um delírio!
Mas ela, para mim, é uma verdade,
Seus olhos é a soma de todas as cores,
O seu sorriso é a felicidade, ela é a santa do amor!
Onde é a sua morada, eu não sei, mas a vejo sempre nos meus sonhos.
Ela é linda, ela é graciosa, ela me encanta!
Ela tem o frescor da aura do entardecer.
Ela é delicada como a pétala de uma rosa e tem os ares de uma santa.
Não sei! Ela pode ser uma cigana sumida, ou quem sabe, a Afrodite vivificada,
Mas, também, pode ser uma sereia perdida. Só sei que ela existe!
Sempre que a vejo sinto perfume na brisa,
Ela está nos meus sonhos acordados, pode parecer uma alucinação, até um delírio!
Mas ela, para mim, é uma verdade,
Seus olhos é a soma de todas as cores,
O seu sorriso é a felicidade, ela é a santa do amor!
ESSÊNCIA DE TUDO
Tudo o colorido do rubro medo,
Sonhos efêmeros dos corações,
Cingidos de suas falsas ilusões
Desabam no desaponto degredo...
Desnorteio de vida a bailar sem som,
Segue a vacilar, caminho sem trilho,
Em nuanças frágeis do desequilíbrio,
Nos seus enleios sem sentido, sem tom.
Entre gargalhadas pios um gemer,
A carência do conteúdo de essência,
Que é a hercúlea aspiração de vencer.
Descobrir o caminho do Senhor,
É a solução para tanta incoerência,
Ele é o âmago, o absoluto, o amor!
Sonhos efêmeros dos corações,
Cingidos de suas falsas ilusões
Desabam no desaponto degredo...
Desnorteio de vida a bailar sem som,
Segue a vacilar, caminho sem trilho,
Em nuanças frágeis do desequilíbrio,
Nos seus enleios sem sentido, sem tom.
Entre gargalhadas pios um gemer,
A carência do conteúdo de essência,
Que é a hercúlea aspiração de vencer.
Descobrir o caminho do Senhor,
É a solução para tanta incoerência,
Ele é o âmago, o absoluto, o amor!
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Vi nos teus olhos
O meu pensamento ultrapassou a luz,
Virou energia...
Amanheci o dia no teu coração...
Recebi teus carinhos, foram tantos os mimos,
Que me apaixonei por ti.
Tuas palavras tinham cor, falavas-me de amor
E dos teus sonhos...
Vi nos teus olhos a cor de todas as flores,
Vi amor.
Virou energia...
Amanheci o dia no teu coração...
Recebi teus carinhos, foram tantos os mimos,
Que me apaixonei por ti.
Tuas palavras tinham cor, falavas-me de amor
E dos teus sonhos...
Vi nos teus olhos a cor de todas as flores,
Vi amor.
Na pracinha da matriz
Como é lindo o nosso amor,
Como é bom receber os seus carinhos
De mãos dadas procuramos a felicidade.
Quando você me olha e me diz: Eu te amo,
Sento no meu peito uma opressão!
Quando me abraças e me beija
Desassossega-se o meu coração.
Juntos na pracinha da matriz
Entre jardins, do nosso interior,
Tudo o que você me diz
Tem o perfume de flor...
O seu olhar me dá hipnosia,
O seu abraço aquece meu coração,
Quando lhe faço uma poesia
Você se enche de emoção...
Quando de você recebo um beijo
Sinto a força da afetividade
Fico desnorteado de desejo,
Isso é o que chamo felicidade.
À noite, ao de você, me separar,
É um momento que sinto dificuldade.
Não consigo me conformar,
Fico morto de saudade...
Como é bom receber os seus carinhos
De mãos dadas procuramos a felicidade.
Quando você me olha e me diz: Eu te amo,
Sento no meu peito uma opressão!
Quando me abraças e me beija
Desassossega-se o meu coração.
Juntos na pracinha da matriz
Entre jardins, do nosso interior,
Tudo o que você me diz
Tem o perfume de flor...
O seu olhar me dá hipnosia,
O seu abraço aquece meu coração,
Quando lhe faço uma poesia
Você se enche de emoção...
Quando de você recebo um beijo
Sinto a força da afetividade
Fico desnorteado de desejo,
Isso é o que chamo felicidade.
À noite, ao de você, me separar,
É um momento que sinto dificuldade.
Não consigo me conformar,
Fico morto de saudade...
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