quarta-feira, 9 de junho de 2010

Minha Fêmea

É minha fêmea quando vem e beija meu sexo,
gira sob seu corpo só para me provocar,
faz um navegar descontrolado pra ficar comigo,
desenha seu tesão com saliva quente,
mostrando segredos que só o prazer esconde.


Escreva seu amor que lhe respondo na carne,
com a língua louca passeando aos seus olhos,
subindo e descendo centímetros da pele quente,
como se devassasse cada poro,
fazendo amor, revelando segredos de gozo.


Pega minha mão e guie sobre seu corpo,
deixa as peles se fundirem com o calor,
quero queimar seus pêlos com os atritos,
aguça, se livra do medo, mostra seu mundo.
os instintos, os prazeres, e o sempre sim.


Desafie meus desejos, todos, invente mais
a noite termina quando não há amor,
se estiver pronta, vem e me traz, me cura,
a solidão não é para sempre,
deixe seu cheiro em mim, deixe-se pra mim.

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