domingo, 6 de setembro de 2009

DEUSA DO ETÉREO

Vestiste-te no tempo do passado
Em paixão que afogueia o teu ser,
E cobres com o azul mais sagrado
Os sonhos, que no longe vão nascer.



Boémio fora o espaço caminhado
Na loucura que incentiva de prazer,
No imenso Universo enfeitiçado,
Andorinhas espreitavam pra te ver!...



És razão que liberta a voz do tempo
Numa manhã cantada pelo vento,
Quando o Sol nas rochas vem morar....



Nunca esqueças, a nobreza da razão,
E verás que nossas almas também são,
Duas gaivotas brancas sobre o mar...

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