terça-feira, 17 de junho de 2008

Diferentes, no entanto…

Tu és a paz divina, a emoção,

A beleza que Deus imaginou,

A deusa a quem se reza uma oração.



Eu sou um terrorista irreverente,

A raiva imperdoável suicida,

A teimosia, o grito inconsciente.



Tu és amor e há flores onde caminhas,

Melodia suave em voz dorida

Que adormece, à noite, as criancinhas.



Eu sou um verso louco, sem medida,

Disparado em forma duma flecha,

Atravessando o peito duma vida.



E no entanto...

Deus, como te amo tanto!

Sem comentários: