Não imaginas poeta como dói, esta dor!
Não dá para avaliar o tanto e onde
vai minha dor...
Ela é tão profunda e tão imensa,
que tem horas que dói tanto,
que penso que não vou suportar.
Tento me confortar, pensando
nas dores de todos que não têm
abrigo, comida, perdem os seus entes queridos,
mas juro, não consigo segurar...
Dor de mãe, não tem como mensurar...
desde o instante que coloca
seu broto de amor na vida,
com ela carrega, e tem que
regar para que não nasçam
os espinhos!
Espinhos que machucam a todos
que deles chegam perto...
Assim, vamos tentando podar,
mesmo que venham outros
espinhos...
Vou suportar,
porque devo doar este amor e
nele não podem existir tantos
espinhos.
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