quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

TEU NOME

Teu sorriso é tão mais encantador
Que, da própria Natureza, sua cor
Pois que, ele é franco, de coração
E, de si mesmo, tem a real noção.

Quando sorris há aí um tal louvor
Que, ajoelho, prestando-te fervor.
E entoando a prestimosa canção,
Entrego em mãos o meu coração.

Este poema é para ti, minha Nan,
E a mais ninguém cabe distinção,
Nem o sol raiando, a bela manhã.

És tudo de bom que me sucedeu,
Pois és meu amor, minha paixão,
E eu o homem, que se converteu.

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