Trazia na mão, seu paleolítico brasão
rimas de fel, malígna seiva que escoa
de ser impuro, que calcifica o embrião
mácula infame, que sua elegia entoa.
Revê sombrio, calabouço de si mesmo
ante às brumas, de verga sutil no portal
pois tendo palmilhado séculos a esmo
sequer se ausentou das raias do banal.
De mestre, pouco lhe sobeja e ampara
Insurgente, sempre! Ânimo belicoso
porém, sua própria escara não encara.
Furtivamente vai em frente, o menino
infiel amigo, do rei de Passárgada
busca tendenciosa, do ilusório ninho.
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