quinta-feira, 14 de maio de 2009

Julgamento

Caminho estrada-vida sem armas em punho,
olho e sinto canhões apontados pra cabeça,
volto o rosto, volto a estrada e sigo,
o sentimento constrói ou destrói o homem.




Não existe justiça onde tem raiva,
cada coração é único, cada ação é solitária,
não é divino propagar a própria divindade,
o bom aparece logo que a luz entra pela porta.




Louvo a vida, a razão, a paixão que sinto,
carrego em mim alma que herdei de outra alma,
não devo agir como animal maligno,
o meu amor é tribunal, a sentença, minha cabeça.

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