Como boa cigana,
Eu sonho com o amor.
O mais belo de minha vida.
O amor que quero.
Para em noites de lua cheia,
Acalentar-me.
Leio às mãos de todos,
Mas a minha, não posso.
Então, meu Poeta.
Dá-me a tua, para
Que teu futuro eu possa
Revelar.
Não tenhas mêdo,
O que está escrito, em tuas linhas,
Será revelado por minha intuição.
E, você, Poeta
Vai gostar do que
Tenho a revelar,
Vêm, dá-me tua mão
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