sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Agosto

Vai sereno caindo o mês de Agosto
Outro Agosto em tantos já vividos
E eu sentindo a magia do sol posto
Reavivar-me sentires adormecidos

Vai caindo Agosto e eu escrevo
Doces lágrimas, saudades que bebo
Num silêncio profundo, devagar
Não vá o calor de Agosto acordar

Vai caindo em mim sem fazer alarde
O teu gosto naquele Agosto já tarde
Quando sol já rumava ao horizonte

E as tuas mãos em mim a passear
Eram carícia fresca a encantar
Frescura assim, só bebida da fonte

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