Vou em mim como entre bosquesVou-me fazendo paisagemPara me desconhecer.Nos meus sonhos sinto aragem,Nos meus desejos descer
Passeio entre arvoredoNos meandros de quem sintoQuando sinto sem sentirVaga clareira de instintoPinheiral todo a subir
Sorriso que no regatoAtravés dos ramos curvosO sol , espreitando, achou.Fluir de água, com tons turvos, Onde uma pedra adensou.
Grande alegria das mágoasQuando o declive da encostaApressa o passo ou quererDe que é que a minha alma gostaSer que eu tenho de saber.
Muita curva, muita coisaTodas com gentes de foraNa alma que sinto assim.Que paisagem, quem se ignora!Meu Deus, que é feito de mim?
Passeio entre arvoredoNos meandros de quem sintoQuando sinto sem sentirVaga clareira de instintoPinheiral todo a subir
Sorriso que no regatoAtravés dos ramos curvosO sol , espreitando, achou.Fluir de água, com tons turvos, Onde uma pedra adensou.
Grande alegria das mágoasQuando o declive da encostaApressa o passo ou quererDe que é que a minha alma gostaSer que eu tenho de saber.
Muita curva, muita coisaTodas com gentes de foraNa alma que sinto assim.Que paisagem, quem se ignora!Meu Deus, que é feito de mim?
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