Quimeras tantas...sonhos e ilusão
rezando teu nome em minha prece
sob a cerejeira que não mais floresce
na primavera...vivo em infinita lassidão.
Descem folhas vermelhas, uma vez mais!
Galhos chorando o castanho de teus olhos
espalham no ar o cheiro da relva e do solo
onde nos amamos...em cantos outonais!
Levaste junto a ti, do alvo ao carmim,
das flores e de toda a cândida renda
as cores e os encantos do jardim...
E solitário ouço, perdido em amor nesta seara!
o último sussurro de teu leque naquela senda:
"Serei sempre tua gueixa, nem a morte nos separa”.
rezando teu nome em minha prece
sob a cerejeira que não mais floresce
na primavera...vivo em infinita lassidão.
Descem folhas vermelhas, uma vez mais!
Galhos chorando o castanho de teus olhos
espalham no ar o cheiro da relva e do solo
onde nos amamos...em cantos outonais!
Levaste junto a ti, do alvo ao carmim,
das flores e de toda a cândida renda
as cores e os encantos do jardim...
E solitário ouço, perdido em amor nesta seara!
o último sussurro de teu leque naquela senda:
"Serei sempre tua gueixa, nem a morte nos separa”.
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