Uma aura paira indelével por sobre a mulher que ama.
Traz no semblante a paz, o sublime encantamento do ser quando apaixonado.
Mas quando a mulher ama, a cada infinitésimo segundo sente vibrar cada fibra de seu corpo... Há volúpia no brilho dos seus olhos ao pensar na presença do ser amado.
Entrega-se ao amor em desatino.
Perde a lógica, esquece a razão, tudo gira qual densa neblina que penetra por todos os poros,acelerando as batidas do coração...
E no encontro de seres entrelaçados, unidos no ardor da paixão com rodopios alucinados, em delírios de corpos suados, um só corpo, um só coração.
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