Mulher da terra, úmida de sonhos, lavada e molhada de tesão,fruta ainda seca como de sertão árido, sadia e pronta pra ser adubada com corpo de homem,germina desejos enquanto derrete com suor feminino,mostra a maciez das carnes, fedendo a cheiro de cio.
Colhendo sonhos de calma, a ânsia perturba,corpo ainda sem gosto e de sexo fechado,sem passado de cama, contorce de tesão,que nem rio na grota esconde como podetenta se mostrar tranqüila igual fonte de brejo.
Ainda pensa coisa de amor bruto,mostra as partes de mulher avermelhada como terra,sentindo o desejo reprimido do tesão sem homem,tem fome de comer porque amadureceu,cresceu e já não é mais menina, mas ainda não é mulher de cama,sacrifica com dedos, com paus , com pedras, com vida escondida por detrás das moitas, tem montes de sonhos sem sexo e sem sono,tenta o alívio da fome de paixão que quase mata.
Colhendo sonhos de calma, a ânsia perturba,corpo ainda sem gosto e de sexo fechado,sem passado de cama, contorce de tesão,que nem rio na grota esconde como podetenta se mostrar tranqüila igual fonte de brejo.
Ainda pensa coisa de amor bruto,mostra as partes de mulher avermelhada como terra,sentindo o desejo reprimido do tesão sem homem,tem fome de comer porque amadureceu,cresceu e já não é mais menina, mas ainda não é mulher de cama,sacrifica com dedos, com paus , com pedras, com vida escondida por detrás das moitas, tem montes de sonhos sem sexo e sem sono,tenta o alívio da fome de paixão que quase mata.
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