Eu canto o amor, na forma mais simples que possa existir
com todo sentimento da força uterina que trago em mim
Me inspiro no cosmo da etérea certeza de apenas sentir
E te trago guardado no meu infinito eternamente assim!
Busco no tempo, primórdio começo do meu ancestral
e danço o amor em raízes profundas desse meu rebalsar
Acerto meu passo em acordes longínquos desse espectral
ao som da certeza que o amor é o eterno na vida a pulsar!
Levo amor, seguindo na vida o curso, erguendo os altares
Renasço em você que se esconde no tempo desse meu sochão
Construo meu templo cultuando o amor em altos patamares
Assim perpetuo você, o amor supernal, festejado em oração
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