Vi descerem do éter,
Talvez dos mundos do desconhecido,
Luzes, reflexos psicodélicos,
Que me deixaram confuso, perplexo!
Ante aquele mistério,
Lembrei até das dez "Pragas do Egito",
Fiquei vacilante... irresoluto,
Temi a reação do poder do absoluto,
Que é invisível... parei, refleti.
É... não foí do transcendental
Nem do além!
Talvez a visão da loucura,
Uma alucinação
A mexer com meu consciente,
Não, não isso não era normal,
Dizem que sou poeta.
E louco, acho que não.
Pode ter sido uma desencontra manifestação
Do meu inconsciente...
Aquilo sumiu, tão de repente!
Para se reentranhar nos Céus...
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