Parece-me que nada mais importa,
Que é chegado o fim da minha trilha,
Não mais preciso chave em minha porta,
Minha pouca esperança se esmerilha...
Na fé, que indiferente não conforta,
Na dor, que se assemelha à armadilha,
No sonho que deitou na cama torta,
Em mim, que sou jogada na escotilha...
As vagas furiosas me rodeiam!
Debato-me incansável, a lutar...
Por quanto tempo, (Céus!) vou suportar?
Na vida, só covardes cambaleiam!
Tempestade é pouco para o fim,
De quem confia tanto em Deus assim...
Sem comentários:
Enviar um comentário