terça-feira, 5 de agosto de 2008

SEMPRE ESTÁS AQUI

A distância,
a nostalgia,
o que importa?
Sempre vens
quando te evoco
docemente,
nas noites frias
e longas de inverno,
ou quando amanhece,
no verão,
talvez no outono,
numa tarde gris,
ou na primeira flor
da primavera.
Assim te encontro
toda noite aqui,
quando ponho a mão
sobre meu ombro
e deixo deslizar
suavemente,
a seda do vestido
no meu corpo,
relembrando
tuas carícias,
meu amor,
pois só tu sabes
me fazer feliz!

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