Quando tudo some no éter,
O véu do silêncio emudece,
A brisa recolhe-se na noite,
Nasce a solidão...
Quando o silêncio ensurdece,
A brisa sibila entre as folhas,
O sol, entre as nuvens, se perde,
Aumenta a solidão...
Quando o jardim fenece,
Perde-se o perfume das flores,
O silêncio surdo permanece,
Nasce a tristeza...
Felizmente, tudo são sonhos,
Despertam os passarinhos,
O silêncio nos faz carinhos...
Renasce a alegria.
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