domingo, 24 de agosto de 2008

Naquele Dia...

Disse-me ele, naquele dia. Espero-te!
Meu coração sem querer, já o queria!
Era tanto o amor que nos invadia...
Que sem perceber gritei... Quero-te!

Era o desconhecido, o misterioso encanto.
Vertiginosa taquicardia nos envolvia...
Em cada encontro... A cada dia!
Ele me punha louca com seu querer tanto!

Era um dedilhar de sonhos à luz incerta,
Um povoar de risos na doce madrugada,
Que a paixão encontrou a janela aberta,
E a porta completamente escancarada!

E fez-se um tempo só nosso... Um paraíso
De beijos, carícias, emoções e tantas juras,
Que mais nada e nem ninguém era preciso!
Só nos dois enlaçados, e dos lençóis a alvura.

No meu corpo ele se esconde de tudo...
Todas as tristezas dele, minha boca cura!
Ele é o meu amado! Todo o meu mundo!
Sou dele, a alegria, o regaço, a ternura!

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