É pecado amar?... Tudo é pecado!...
Amar sem lei... amar sem querer....
É proibido ter um coração alado...
Amar loucamente sem perceber...
Não pode o sonho extrapolar a razão,
O sentimento andar na contramão...
Feito um mendigo, um pobre aleijão.
Ah, mas é cego e surdo o meu coração!
É pecado amar? - Exijo uma explicação!
Se é pecado... por que ele acontece então?
Busco e não encontro resposta, nem razão.
Tampouco, vejo motivo para pedir perdão...
Nos amamos muito... é tudo que sei...
Meu beijo é dele e de mais ninguém!
Ele é o amor maior que já encontrei...
Por que trocá-lo por outro alguém?...
Passa o dia... chega a noite e o luar...
Minha boca... só quer a sua boca beijar.
Meu corpo ardente... no seu enroscar...
Que importa se iremos outra vez pecar?
É discutível o pecado... é maior a emoção
Que deságua de nós dois em profusão...
Transmutando-nos num mágico clarão.
Se pecamos, só a Deus pedimos perdão!
Sei... eu sei que seremos perdoados.
Só o ódio... não merece absolvição!...
Mostrar mensagens com a etiqueta Mary Trujillo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mary Trujillo. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Sentir Saudade
Sentir saudade... é recriar a vida...
É ter belas histórias para contar.
Retomar a linda estrada perdida...
Decifrar os doces mistério do mar.
Sentir saudade... é reviver o belo...
Aspirar o mais delicado perfume,
Reascender no peito o íntimo anelo,
Ter no coração esplendoroso lume.
Sentir saudade... é ouvir a voz amiga,
Voejar além do tempo e do espaço...
Cantarolando uma agradável cantiga,
Pressentir aquele caloroso abraço...
Sentir saudade... é restabelecer o amor
Em toda sua meiguice e grandeza...
Desprezar o ódio... e todo o rancor...
Perceber do afeto... toda a nobreza.
Sentir saudade... é te amar sempre...
Nos momentos que estás ausente,
Na distância... no desejo fremente...
E muito mais, quando estás presente!
Sentir saudade... é chorar simplesmente...
Escutando uma canção bela e comovente,
Esperar-te emocionada.... e impaciente...
É sorrir, quando te vejo em minha frente!...
É ter belas histórias para contar.
Retomar a linda estrada perdida...
Decifrar os doces mistério do mar.
Sentir saudade... é reviver o belo...
Aspirar o mais delicado perfume,
Reascender no peito o íntimo anelo,
Ter no coração esplendoroso lume.
Sentir saudade... é ouvir a voz amiga,
Voejar além do tempo e do espaço...
Cantarolando uma agradável cantiga,
Pressentir aquele caloroso abraço...
Sentir saudade... é restabelecer o amor
Em toda sua meiguice e grandeza...
Desprezar o ódio... e todo o rancor...
Perceber do afeto... toda a nobreza.
Sentir saudade... é te amar sempre...
Nos momentos que estás ausente,
Na distância... no desejo fremente...
E muito mais, quando estás presente!
Sentir saudade... é chorar simplesmente...
Escutando uma canção bela e comovente,
Esperar-te emocionada.... e impaciente...
É sorrir, quando te vejo em minha frente!...
Amor Secreto
O que é um amor secreto?... Proibido?
Quem o proíbe? - Quem consegue evitar?
Quanto mais proibido, mais lindo, intenso!
Proíbam, vigiem; ele irá mais louco ficar!
Há uma beleza no amor secreto,
Que é pura insanidade, taquicardia!
São mil sinos badalando. Entoando
Promessas... Tantas juras vadias!
Amor secreto é o canto de mil Arcanjos,
De muitas fadas e muitos diabinhos...
Unidos na dose certa dos desvarios.
Dos doces e tão dementes carinhos!
Quanto mais proibido e secreto...
Mais ele voa, mais cresce, se agiganta!
É aquele arrepio mavioso que se sente.
É o coração chegando à garganta!
Amor secreto é o amor verdadeiro,
Que, por um azar, chegou atrasado.
Mas com perfeito encaixe de corpo
E alma. Na justa medida do pecado!
Amor secreto... É um fogo infernal.
É cruzar o horizonte... O paraíso!
Critiquem... Julguem... Condenem...
E ele seguirá radiante e sem juízo!...
Vivendo do amor, toda a beleza e força!
Contando a mais bela história do mundo,
Causando uma inveja indisfarçável...
Aos covardes... Mas seguirá fecundo!
Porque o amor secreto... Faz-nos
Sentir vivos, amados como nunca!
Amor que vive tão-somente de amor.
Da emoção e da alegria que abunda!
Amor secreto é a voz que sussurra,
Amo... Amo... Amo sim, e daí?
Amor secreto é a ânsia de chegar...
É gritar: - Amor cheguei, estou aqui!
Amo... Amo... Amo sim, e daí?
Quem o proíbe? - Quem consegue evitar?
Quanto mais proibido, mais lindo, intenso!
Proíbam, vigiem; ele irá mais louco ficar!
Há uma beleza no amor secreto,
Que é pura insanidade, taquicardia!
São mil sinos badalando. Entoando
Promessas... Tantas juras vadias!
Amor secreto é o canto de mil Arcanjos,
De muitas fadas e muitos diabinhos...
Unidos na dose certa dos desvarios.
Dos doces e tão dementes carinhos!
Quanto mais proibido e secreto...
Mais ele voa, mais cresce, se agiganta!
É aquele arrepio mavioso que se sente.
É o coração chegando à garganta!
Amor secreto é o amor verdadeiro,
Que, por um azar, chegou atrasado.
Mas com perfeito encaixe de corpo
E alma. Na justa medida do pecado!
Amor secreto... É um fogo infernal.
É cruzar o horizonte... O paraíso!
Critiquem... Julguem... Condenem...
E ele seguirá radiante e sem juízo!...
Vivendo do amor, toda a beleza e força!
Contando a mais bela história do mundo,
Causando uma inveja indisfarçável...
Aos covardes... Mas seguirá fecundo!
Porque o amor secreto... Faz-nos
Sentir vivos, amados como nunca!
Amor que vive tão-somente de amor.
Da emoção e da alegria que abunda!
Amor secreto é a voz que sussurra,
Amo... Amo... Amo sim, e daí?
Amor secreto é a ânsia de chegar...
É gritar: - Amor cheguei, estou aqui!
Amo... Amo... Amo sim, e daí?
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Passe de Mágica...
Soprou meus cabelos com um ar primaveril,
Sussurrou aos meus ouvidos terno elogio...
Roçou meu rosto num carinho manso e sutil,
Percorreu pelo meu corpo leve e doce arrepio.
Sorria... e mil estrelas sorriam também.
Mostrou as mãos repletas de amor...
Mais parecia um anjo chegando do além
Trazendo da esperança todo o esplendor.
Falava... e falava... dos encantos da vida,
Da beleza que era viver, amar e ser feliz,
Desenhou-me uma estrada tão florida...
Disse que era da felicidade um aprendiz.
Seus olhos eram de intensa ternura...
Na boca trazia o convite de tantos beijos.
Ao seu lado eu era só sonho e brandura,
Embalada pelos mais ébrios desejos...
Vibrava meu ser, com aquele ser encantado,
Era uma aparição, foi um passe de mágica,
Do meu sorriso... era o único culpado...
Não foi um presente... foi uma dádiva!...
Enxugou minhas lágrimas num rito sagrado,
Recostou minha cabeça em seu macio peito,
Pensei estar voando num belo cavalo alado,
Mas era o amor esparramando em meu leito...
Era aquele... o amor que eu tanto ansiava...
Para dar sentido às minhas manhãs sombrias,
Como num passe de mágica... ele ali estava,
Para aquecer-me nas noites longas e frias...
Sussurrou aos meus ouvidos terno elogio...
Roçou meu rosto num carinho manso e sutil,
Percorreu pelo meu corpo leve e doce arrepio.
Sorria... e mil estrelas sorriam também.
Mostrou as mãos repletas de amor...
Mais parecia um anjo chegando do além
Trazendo da esperança todo o esplendor.
Falava... e falava... dos encantos da vida,
Da beleza que era viver, amar e ser feliz,
Desenhou-me uma estrada tão florida...
Disse que era da felicidade um aprendiz.
Seus olhos eram de intensa ternura...
Na boca trazia o convite de tantos beijos.
Ao seu lado eu era só sonho e brandura,
Embalada pelos mais ébrios desejos...
Vibrava meu ser, com aquele ser encantado,
Era uma aparição, foi um passe de mágica,
Do meu sorriso... era o único culpado...
Não foi um presente... foi uma dádiva!...
Enxugou minhas lágrimas num rito sagrado,
Recostou minha cabeça em seu macio peito,
Pensei estar voando num belo cavalo alado,
Mas era o amor esparramando em meu leito...
Era aquele... o amor que eu tanto ansiava...
Para dar sentido às minhas manhãs sombrias,
Como num passe de mágica... ele ali estava,
Para aquecer-me nas noites longas e frias...
Gosto da chuva mansa
Gosto da chuva mansa caindo lá fora,
Provocando tão ternas lembranças...
Tirando meus pés do hoje... do agora...
Contando tantas histórias e andanças.
Ora, meus olhos ficam dela molhados...
Outras, provoca um sorriso orvalhado.
É tão doce sua sinfonia nos telhados...
Que o coração vibra descompassado.
O passado não passou... não passa...
Tudo que foi belo jamais se acaba!
O peito saudoso descompassa...
E uma tempestade nos olhos desaba.
Chove chuva... na tua beleza infinita...
Que tuas gotas são pérolas benditas.
Reconstruindo trechos desta vida...
Com tantos rostos e gratas visitas.
Gosto da chuva mansa e teimosa,
Caindo como silentes lágrimas...
Regando a terra fértil e generosa,
Lavando sentimentos e almas!
Gosto da chuva mansa caindo lá fora...
Ressuscitando tantos sonhos de outrora,
Cores que o tempo cruel não descora...
Que levarei em meu peito mundo afora!
Sei que a chuva vem e vai embora...
Junto com ela... alguém sempre chora.
Depois disso, sempre há uma melhora...
Alguém... dela... sempre se enamora!...
Provocando tão ternas lembranças...
Tirando meus pés do hoje... do agora...
Contando tantas histórias e andanças.
Ora, meus olhos ficam dela molhados...
Outras, provoca um sorriso orvalhado.
É tão doce sua sinfonia nos telhados...
Que o coração vibra descompassado.
O passado não passou... não passa...
Tudo que foi belo jamais se acaba!
O peito saudoso descompassa...
E uma tempestade nos olhos desaba.
Chove chuva... na tua beleza infinita...
Que tuas gotas são pérolas benditas.
Reconstruindo trechos desta vida...
Com tantos rostos e gratas visitas.
Gosto da chuva mansa e teimosa,
Caindo como silentes lágrimas...
Regando a terra fértil e generosa,
Lavando sentimentos e almas!
Gosto da chuva mansa caindo lá fora...
Ressuscitando tantos sonhos de outrora,
Cores que o tempo cruel não descora...
Que levarei em meu peito mundo afora!
Sei que a chuva vem e vai embora...
Junto com ela... alguém sempre chora.
Depois disso, sempre há uma melhora...
Alguém... dela... sempre se enamora!...
Ela... A Cigana...
É ela, a cigana, chegando para a festa.
A cigana amor, a cigana de tantas eras.
Ela é pura magia... ninguém contesta.
Cigana de mil lutas e vitoriosas guerras!
É ela que chega trazendo a dança sensual,
Cores... sonhos... misticismo e alegria...
Volteando... gingando num bailado magistral
Ela dança... gira... e sua graça contagia...
Dança para os deuses... para o seu amor...
Das decepções do mundo, exorciza toda a dor...
Para cada facada... ela dirige a Deus um "Louvor"
E pede perdão para o pobre e infeliz agressor.
Ela é a cigana visionária... a cigana luz...
Que faz da vida uma eterna celebração,
Arrastando valentemente... a sua cruz.
Albergando a fraternidade no coração.
Ela é a cigana cheia de altruísmo e euforia,
Apaixonada por um par de olhos lindos e tristes.
Doce como o mel... feroz como uma ventania.
A tudo ela resiste porque, nela, só amor existe!
A cigana amor, a cigana de tantas eras.
Ela é pura magia... ninguém contesta.
Cigana de mil lutas e vitoriosas guerras!
É ela que chega trazendo a dança sensual,
Cores... sonhos... misticismo e alegria...
Volteando... gingando num bailado magistral
Ela dança... gira... e sua graça contagia...
Dança para os deuses... para o seu amor...
Das decepções do mundo, exorciza toda a dor...
Para cada facada... ela dirige a Deus um "Louvor"
E pede perdão para o pobre e infeliz agressor.
Ela é a cigana visionária... a cigana luz...
Que faz da vida uma eterna celebração,
Arrastando valentemente... a sua cruz.
Albergando a fraternidade no coração.
Ela é a cigana cheia de altruísmo e euforia,
Apaixonada por um par de olhos lindos e tristes.
Doce como o mel... feroz como uma ventania.
A tudo ela resiste porque, nela, só amor existe!
domingo, 5 de dezembro de 2010
Apenas... mulher...
Sou mulher... apenas uma mulher...
Idealista... guerreira e charmosa...
Sempre pronta para o que der e vier.
Às vezes silêncio... às vezes prosa...
Mulher sensível... porém... orgulhosa
Daquilo que sabe ser capaz de fazer.
Exigente é verdade... porém amistosa.
Aquela que sabe como ser e viver.
Sou mais uma... entre tantas Marias...
Maria das dores, Maria de amores...
Maria felicidade... Maria agonias...
Maria que luta contra os opressores.
Sou Mulher... mulher pensante, ativa.
Mulher garra... Mulher meio anarquista.
Mescla de fada... e feiticeira intuitiva...
Madeira de dar em doido, em machista.
Sou apenas uma mulher... entre tantas...
Teimosa, atrevida, capaz de loucuras mil.
Como muitas mulheres, insanas ou santas.
Que guardam mistérios num olhar pueril.
Sou aquela que todos os desafios suplanta...
Sem negar fogo... sem precisar se esconder,
Sou a mulher que na adversidade se agiganta.
Que diz tudo ... e desdiz sem se arrepender...
Não entendeu? - É tão difícel compreender?
Sou a mulher da nova era... - Muito prazer!
Idealista... guerreira e charmosa...
Sempre pronta para o que der e vier.
Às vezes silêncio... às vezes prosa...
Mulher sensível... porém... orgulhosa
Daquilo que sabe ser capaz de fazer.
Exigente é verdade... porém amistosa.
Aquela que sabe como ser e viver.
Sou mais uma... entre tantas Marias...
Maria das dores, Maria de amores...
Maria felicidade... Maria agonias...
Maria que luta contra os opressores.
Sou Mulher... mulher pensante, ativa.
Mulher garra... Mulher meio anarquista.
Mescla de fada... e feiticeira intuitiva...
Madeira de dar em doido, em machista.
Sou apenas uma mulher... entre tantas...
Teimosa, atrevida, capaz de loucuras mil.
Como muitas mulheres, insanas ou santas.
Que guardam mistérios num olhar pueril.
Sou aquela que todos os desafios suplanta...
Sem negar fogo... sem precisar se esconder,
Sou a mulher que na adversidade se agiganta.
Que diz tudo ... e desdiz sem se arrepender...
Não entendeu? - É tão difícel compreender?
Sou a mulher da nova era... - Muito prazer!
Solitários Passos
Caminhante da vida, sigo meu rumo.
Sonhando... entre sorrisos e lágrimas...
Buscando da vida... o exato prumo...
Afinal, é o mister de todas as almas.
Comungo o verbo do silêncio profundo.
Permitindo-me respirar com calma...
Buscando entender o desamor do mundo,
Enfrentando a tortuosa e íngreme estrada.
Fiz da solidão... minha fiel companheira...
Com ela ouço a voz da razão, da sensatez,.
Faço dela minha melhor amiga e conselheira.
Recupero meu equilíbrio e minha lucidez...
Somos todos solitários caminhantes...
Até mesmo acompanhados de tanta gente.
Com idas e vindas, quase sempre errantes,
Levando uma saudade que se fez presente.
Restam muitas avenidas de solitários passos,
Repletos de tristezas e belas recordações...
De amores grandiosos e de muitos fracassos,
Vou caminhando... rememorando emoções...
Passageira da vida... dos descompassos,
Seguirei... em meus solitários passos...
Sonhando... entre sorrisos e lágrimas...
Buscando da vida... o exato prumo...
Afinal, é o mister de todas as almas.
Comungo o verbo do silêncio profundo.
Permitindo-me respirar com calma...
Buscando entender o desamor do mundo,
Enfrentando a tortuosa e íngreme estrada.
Fiz da solidão... minha fiel companheira...
Com ela ouço a voz da razão, da sensatez,.
Faço dela minha melhor amiga e conselheira.
Recupero meu equilíbrio e minha lucidez...
Somos todos solitários caminhantes...
Até mesmo acompanhados de tanta gente.
Com idas e vindas, quase sempre errantes,
Levando uma saudade que se fez presente.
Restam muitas avenidas de solitários passos,
Repletos de tristezas e belas recordações...
De amores grandiosos e de muitos fracassos,
Vou caminhando... rememorando emoções...
Passageira da vida... dos descompassos,
Seguirei... em meus solitários passos...
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Solitários Passos
Caminhante da vida, sigo meu rumo.
Sonhando... entre sorrisos e lágrimas...
Buscando da vida... o exato prumo...
Afinal, é o mister de todas as almas.
Comungo o verbo do silêncio profundo.
Permitindo-me respirar com calma...
Buscando entender o desamor do mundo,
Enfrentando a tortuosa e íngreme estrada.
Fiz da solidão... minha fiel companheira...
Com ela ouço a voz da razão, da sensatez,.
Faço dela minha melhor amiga e conselheira.
Recupero meu equilíbrio e minha lucidez...
Somos todos solitários caminhantes...
Até mesmo acompanhados de tanta gente.
Com idas e vindas, quase sempre errantes,
Levando uma saudade que se fez presente.
Restam muitas avenidas de solitários passos,
Repletos de tristezas e belas recordações...
De amores grandiosos e de muitos fracassos,
Vou caminhando... rememorando emoções...
Passageira da vida... dos descompassos,
Seguirei... em meus solitários passos...
Sonhando... entre sorrisos e lágrimas...
Buscando da vida... o exato prumo...
Afinal, é o mister de todas as almas.
Comungo o verbo do silêncio profundo.
Permitindo-me respirar com calma...
Buscando entender o desamor do mundo,
Enfrentando a tortuosa e íngreme estrada.
Fiz da solidão... minha fiel companheira...
Com ela ouço a voz da razão, da sensatez,.
Faço dela minha melhor amiga e conselheira.
Recupero meu equilíbrio e minha lucidez...
Somos todos solitários caminhantes...
Até mesmo acompanhados de tanta gente.
Com idas e vindas, quase sempre errantes,
Levando uma saudade que se fez presente.
Restam muitas avenidas de solitários passos,
Repletos de tristezas e belas recordações...
De amores grandiosos e de muitos fracassos,
Vou caminhando... rememorando emoções...
Passageira da vida... dos descompassos,
Seguirei... em meus solitários passos...
domingo, 21 de novembro de 2010
Quando Te Conheci Meu Amor
Deixei as tristezas e dissabores, lá no passado
E vestí-me de gala, era o nosso primeiro encontro,
Logo estaríamos frente a frente...
Um tremor de emoção sacudia todo meu ser,
Enfim iria ter-te pertinho, tão perto...
Ah... minhas veias latejavam e o
Coração pulsava acelerado...
Mergulhamos um no outro, esquecidos do mundo,
Sol, céu, natureza... tua mão na minha
Tua boca molhada, tão boa...
Sussurrando: Amor...querida, vida minha !
Perdida em teu olhar deixei-me ficar...
Seria um sonho?
Eu não queria mais acordar...
Implorei: Pai Onipotente, abençoe este amor presente...
Quero estar em teus braços para todo o sempre...
Ser tua estrela, tua menina, ser teu próprio ar...
Já sou tua, es tão meu, nossos corpos são um só...
O gosto do nosso amor está em minha boca
Como posso chamá-lo agora de amigo,
Depois de teu corpo ter percorrido o meu,
Depois de tanta entrega?
Não meu amor, prefiro partir pra sempre
Quebrada, arrebentada por dentro...
Esse amor está aqui, não posso tirar-te de mim
Triste dor, nunca poderei chamar
De amigo quem chamei de amor!
Vai por favor, não olhes para trás amor!...
E vestí-me de gala, era o nosso primeiro encontro,
Logo estaríamos frente a frente...
Um tremor de emoção sacudia todo meu ser,
Enfim iria ter-te pertinho, tão perto...
Ah... minhas veias latejavam e o
Coração pulsava acelerado...
Mergulhamos um no outro, esquecidos do mundo,
Sol, céu, natureza... tua mão na minha
Tua boca molhada, tão boa...
Sussurrando: Amor...querida, vida minha !
Perdida em teu olhar deixei-me ficar...
Seria um sonho?
Eu não queria mais acordar...
Implorei: Pai Onipotente, abençoe este amor presente...
Quero estar em teus braços para todo o sempre...
Ser tua estrela, tua menina, ser teu próprio ar...
Já sou tua, es tão meu, nossos corpos são um só...
O gosto do nosso amor está em minha boca
Como posso chamá-lo agora de amigo,
Depois de teu corpo ter percorrido o meu,
Depois de tanta entrega?
Não meu amor, prefiro partir pra sempre
Quebrada, arrebentada por dentro...
Esse amor está aqui, não posso tirar-te de mim
Triste dor, nunca poderei chamar
De amigo quem chamei de amor!
Vai por favor, não olhes para trás amor!...
Quanta Tolice!...
Como pude pensar tanta bobagem?
Enfeitei noites vazias, fui tão bobinha!
Propus ao coração uma louca viagem.
Santa inocência! Que tolice a minha!
Ninguém sente como eu sinto o amor.
Tudo é tão frio, sem sentido, sem razão.
É asneira.. atender do peito... o clamor.
É louco quem vive do que dita o coração!
Construí tantos castelos! Quanta tolice!
Adormeci em tantas nuvens de saudade!
Ornamentando cada manhã de meiguice.
Num tormentoso mar de ambiguidade!
Terei sido tão louca... - Tão demente?
Ao devorar teu corpo... teu beijo ardente?
Fazendo-me só tua... tua simplesmente?...
Ah, se soubesse, o que diria essa gente?
Que sou uma tola? - Que vivo em delírio?
Que durmo e amanheço ouvindo sinos?
Vivendo de utopia... de terrível martírio...
Entregando-me a sonhos vãos e desatinos?
Pois que pensem... que tudo foi tolice!
Amei... porque amar faz parte da vida!
Se vivi de quimeras... de pura doidice...
Pelo amor fui batizada, estou absolvida!
Quantas tolices se faz por amor!
Tantos querem amar, se entregar.
Sentindo medo de sentir, de se expor.
Vendo com tristeza a velhice chegar.
Quanta tolice... é não viver de emoção!
Fui tola... e tola serei... eternamente!...
Ardente... alucinada... cativa da paixão.
Que zombe de mim toda essa gente!
Sou tola, sou louca; sou sim, uma demente!
Só assim... posso viver... plenamente!...
Enfeitei noites vazias, fui tão bobinha!
Propus ao coração uma louca viagem.
Santa inocência! Que tolice a minha!
Ninguém sente como eu sinto o amor.
Tudo é tão frio, sem sentido, sem razão.
É asneira.. atender do peito... o clamor.
É louco quem vive do que dita o coração!
Construí tantos castelos! Quanta tolice!
Adormeci em tantas nuvens de saudade!
Ornamentando cada manhã de meiguice.
Num tormentoso mar de ambiguidade!
Terei sido tão louca... - Tão demente?
Ao devorar teu corpo... teu beijo ardente?
Fazendo-me só tua... tua simplesmente?...
Ah, se soubesse, o que diria essa gente?
Que sou uma tola? - Que vivo em delírio?
Que durmo e amanheço ouvindo sinos?
Vivendo de utopia... de terrível martírio...
Entregando-me a sonhos vãos e desatinos?
Pois que pensem... que tudo foi tolice!
Amei... porque amar faz parte da vida!
Se vivi de quimeras... de pura doidice...
Pelo amor fui batizada, estou absolvida!
Quantas tolices se faz por amor!
Tantos querem amar, se entregar.
Sentindo medo de sentir, de se expor.
Vendo com tristeza a velhice chegar.
Quanta tolice... é não viver de emoção!
Fui tola... e tola serei... eternamente!...
Ardente... alucinada... cativa da paixão.
Que zombe de mim toda essa gente!
Sou tola, sou louca; sou sim, uma demente!
Só assim... posso viver... plenamente!...
Essa do Espelho...
Essa do espelho sou eu, sim, sou eu!
Aquela que ainda acredita no amor...
Cujo brilho dos olhos jamais morreu
E na boca, traz do beijo todo o ardor!
Essa sou eu... e a minha própria poesia...
Mistura de muitos eus... em apenas um ser.
Inquieta como o mar... em plena ventania.
Amante da alegria... da vontade de viver!
Essa do espelho sou eu... sim... sou eu!
Mescla de malícia e demasiada inocência...
Chorona de nascença... emoção no apogeu.
Ser humano que busca do afeto a essência.
Essa do espelho sou eu... com certeza!
Sou a que busca um espaço especial...
Almejando dos sentimentos muita clareza.
Para vivenciar um amor quase sobrenatural.
Essa sou eu, sim... uma eterna sonhadora,
Que abomina um romance frio e sem cor...
A dama confusa... carinhosa e protetora...
Que se desequilibrou nos labirintos da dor.
Essa sou eu, sou... e me aceito como sou...
Confusa tantas vezes, outras, pura lucidez.
A que tanto acertou e também muito errou.
A mulher que nasceu e para o amor se fez!
Se amar é bobagem, perdoa minha estupidez!
Aquela que ainda acredita no amor...
Cujo brilho dos olhos jamais morreu
E na boca, traz do beijo todo o ardor!
Essa sou eu... e a minha própria poesia...
Mistura de muitos eus... em apenas um ser.
Inquieta como o mar... em plena ventania.
Amante da alegria... da vontade de viver!
Essa do espelho sou eu... sim... sou eu!
Mescla de malícia e demasiada inocência...
Chorona de nascença... emoção no apogeu.
Ser humano que busca do afeto a essência.
Essa do espelho sou eu... com certeza!
Sou a que busca um espaço especial...
Almejando dos sentimentos muita clareza.
Para vivenciar um amor quase sobrenatural.
Essa sou eu, sim... uma eterna sonhadora,
Que abomina um romance frio e sem cor...
A dama confusa... carinhosa e protetora...
Que se desequilibrou nos labirintos da dor.
Essa sou eu, sou... e me aceito como sou...
Confusa tantas vezes, outras, pura lucidez.
A que tanto acertou e também muito errou.
A mulher que nasceu e para o amor se fez!
Se amar é bobagem, perdoa minha estupidez!
sábado, 20 de novembro de 2010
Alma da Poesia
A alma da poesia está no Universo,
Viaja entre as colinas, sobrevoa o mar.
No olhar de uma criança escreve versos,
E feliz se põe a sorrir... cantar e bailar!
A alma da poesia está na pequena flor
Que germina e nasce para perfumar...
Nas mãos calejadas do semeador,
Que, cedinho, incansável, a terra vai arar!
A alma da poesia está no sol que desponta,
Nas mãos delicadas de uma mulher em oração.
Na misteriosa e sedutora lua que aponta...
No prazer do homem, que para casa traz o pão!
A alma da poesia está em nós, em mim...
Em toda a beleza que se pode enxergar,
Na fragrância das rosas, no cheiro de capim,
No fascínio da vida, na magnitude de amar!
Viaja entre as colinas, sobrevoa o mar.
No olhar de uma criança escreve versos,
E feliz se põe a sorrir... cantar e bailar!
A alma da poesia está na pequena flor
Que germina e nasce para perfumar...
Nas mãos calejadas do semeador,
Que, cedinho, incansável, a terra vai arar!
A alma da poesia está no sol que desponta,
Nas mãos delicadas de uma mulher em oração.
Na misteriosa e sedutora lua que aponta...
No prazer do homem, que para casa traz o pão!
A alma da poesia está em nós, em mim...
Em toda a beleza que se pode enxergar,
Na fragrância das rosas, no cheiro de capim,
No fascínio da vida, na magnitude de amar!
É noite...
É noite... Já vai longe o dia...
Como a lua... Vou lentamente
Mergulhando na doce magia
Que vibra em mim intensamente.
Poesia invadindo meus poros...
As mil juras vadias adormeceram,
Reluto em aceitar, mas não choro,
Os tênues fios se desprenderam.
Resta-me o luar para pensar,
A vida para ser vivida, retomada,
Sem ter mais o que esperar...
Botar o pé de vez na estrada!
É noite, escuro deitado na alma,
Pontos de luz enfeitam a cidade.
Deixo-me ficar assim abandonada,
Em devaneios, fantasias, saudade!
É noite... Tudo se veste de negro,
O sonho parece ser tangível...
Noite pede silêncio, sossego...
Até parece... Que ser feliz é possível!
Como a lua... Vou lentamente
Mergulhando na doce magia
Que vibra em mim intensamente.
Poesia invadindo meus poros...
As mil juras vadias adormeceram,
Reluto em aceitar, mas não choro,
Os tênues fios se desprenderam.
Resta-me o luar para pensar,
A vida para ser vivida, retomada,
Sem ter mais o que esperar...
Botar o pé de vez na estrada!
É noite, escuro deitado na alma,
Pontos de luz enfeitam a cidade.
Deixo-me ficar assim abandonada,
Em devaneios, fantasias, saudade!
É noite... Tudo se veste de negro,
O sonho parece ser tangível...
Noite pede silêncio, sossego...
Até parece... Que ser feliz é possível!
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Fazer Poesia
Fazer poesia é dedilhar a vida e seu enredo...
É perscrutar intimidades, mistérios e segredos.
O coração do poeta é um vulcão em erupção...
Expelindo amor... alegria... dor e decepção!
Fazer poesia é descrever emoções em capítulos,
Fazer das lágrimas rimas de um poema erudito.
O poeta traz nas veias uma emoção incontida,
De dias felizes e de muitas noites maldormidas...
Fazer poesia é amar demais, é voar suavemente.
Sofrer e, ainda assim, escrever versos ardentes...
O poeta traz no âmago o mais puro sentimento...
Lamenta ver no mundo tanto ódio e sofrimento.
Fazer poesia é sacerdócio... é missão... religião,
É viver em êxtase e perdoar em profusão...
O poeta nem sempre encontra a felicidade...
No peito... quase sempre, carrega uma saudade!
Fazer poesia é prever o futuro, recordar o passado.
É descobrir que o poeta... é um eterno apaixonado!
É perscrutar intimidades, mistérios e segredos.
O coração do poeta é um vulcão em erupção...
Expelindo amor... alegria... dor e decepção!
Fazer poesia é descrever emoções em capítulos,
Fazer das lágrimas rimas de um poema erudito.
O poeta traz nas veias uma emoção incontida,
De dias felizes e de muitas noites maldormidas...
Fazer poesia é amar demais, é voar suavemente.
Sofrer e, ainda assim, escrever versos ardentes...
O poeta traz no âmago o mais puro sentimento...
Lamenta ver no mundo tanto ódio e sofrimento.
Fazer poesia é sacerdócio... é missão... religião,
É viver em êxtase e perdoar em profusão...
O poeta nem sempre encontra a felicidade...
No peito... quase sempre, carrega uma saudade!
Fazer poesia é prever o futuro, recordar o passado.
É descobrir que o poeta... é um eterno apaixonado!
Se...
Se a noite desce sobre meu ser...
Grita dentro de mim... a saudade
Desse encantado e doce querer...
Falta-me do teu riso, a sonoridade.
Se nada sei de ti, nem posso adivinhar.
Minha vida perde a graça... a cor...
O relógio é um irritante badalar...
Que só faz exacerbar a minha dor.
Se tua voz não fala aos meus ouvidos,
Nem teus olhos estão dentro dos meus,
Tudo em volta perde o brilho, o sentido,
E a felicidade caprichosa... diz adeus...
Se me faltas, meu adorado, meu amado...
Meu peito se aperta, minha beleza definha
Como as flores de um jardim abandonado.
A tristeza cruel, me atormenta... espezinha...
Se chegas... minha alma canta e rodopia...
Meus olhos refletem do céu, todo o esplendor...
Meu coração acelera em tresloucada arritmia,
Para cobrir-te de insaciáveis beijos de amor.
Se não existisses... eu te inventaria...
Serias minha mais perfeita obra e fantasia...
Do mundo inteiro... eu te esconderia...
Para fazer-te minha terna e eterna poesia!
Grita dentro de mim... a saudade
Desse encantado e doce querer...
Falta-me do teu riso, a sonoridade.
Se nada sei de ti, nem posso adivinhar.
Minha vida perde a graça... a cor...
O relógio é um irritante badalar...
Que só faz exacerbar a minha dor.
Se tua voz não fala aos meus ouvidos,
Nem teus olhos estão dentro dos meus,
Tudo em volta perde o brilho, o sentido,
E a felicidade caprichosa... diz adeus...
Se me faltas, meu adorado, meu amado...
Meu peito se aperta, minha beleza definha
Como as flores de um jardim abandonado.
A tristeza cruel, me atormenta... espezinha...
Se chegas... minha alma canta e rodopia...
Meus olhos refletem do céu, todo o esplendor...
Meu coração acelera em tresloucada arritmia,
Para cobrir-te de insaciáveis beijos de amor.
Se não existisses... eu te inventaria...
Serias minha mais perfeita obra e fantasia...
Do mundo inteiro... eu te esconderia...
Para fazer-te minha terna e eterna poesia!
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Vestindo-me de Adeus
Baila nos recônditos da alma... a despedida.
Levo no peito trechos de uma bela história...
Notas repetidas de uma canção tão bendita...
Que jamais... poderei apagar da memória!...
Foram tantos verões e invernos de amor...
Paixão ardente... beijos... promessas e juras.
Hoje, na clausura tento expurgar a minha dor...
Lavando com lágrimas todas as desventuras...
Vou como quem morreu cedo sem saber...
Caminhando sem rumo certo... sem porto...
Andando... respirando... vivendo por viver...
Buscando uma mão amiga... um conforto....
Pressinto um rosto que jamais poderei ver.
Um olhar... que nunca mais irá o meu fitar...
Grita... geme e se debate... todo meu ser...
Mergulhado num rio... sem poder ancorar.
Tanto me dei... o melhor de mim entreguei...
Era tudo tão belo, tão perfeito, tão concreto...
Sequer notei.. que deixei de existir, me anulei!
Aceitei do sofrimento o desumano decreto!...
Visto-me de adeus... da inadiável partida...
Escondendo do mundo tão dolorosa ferida.
Nada espero, nem atenção, nem guarida...
Chegou o dia... tudo tem um fim nesta vida!
Levo no peito trechos de uma bela história...
Notas repetidas de uma canção tão bendita...
Que jamais... poderei apagar da memória!...
Foram tantos verões e invernos de amor...
Paixão ardente... beijos... promessas e juras.
Hoje, na clausura tento expurgar a minha dor...
Lavando com lágrimas todas as desventuras...
Vou como quem morreu cedo sem saber...
Caminhando sem rumo certo... sem porto...
Andando... respirando... vivendo por viver...
Buscando uma mão amiga... um conforto....
Pressinto um rosto que jamais poderei ver.
Um olhar... que nunca mais irá o meu fitar...
Grita... geme e se debate... todo meu ser...
Mergulhado num rio... sem poder ancorar.
Tanto me dei... o melhor de mim entreguei...
Era tudo tão belo, tão perfeito, tão concreto...
Sequer notei.. que deixei de existir, me anulei!
Aceitei do sofrimento o desumano decreto!...
Visto-me de adeus... da inadiável partida...
Escondendo do mundo tão dolorosa ferida.
Nada espero, nem atenção, nem guarida...
Chegou o dia... tudo tem um fim nesta vida!
Sou Cigana
Sou cigana, sou festejo e alegria.
Não tremo frente à torpeza e a patifaria,
Minha missão é levar felicidade e magia.
Sou livre como o vento, sou louca ventania!
Celebro a vida que em mim habita...
O amor por mim sentido, conjugado.
A lealdade em minhas veias palpita.
Meus sonhos viajam num cavalo alado!
Sou cigana, misto de mulher e feitiço.
De mansa pomba e tigresa ferida...
Faço parte de um povo justo e castiço,
Não temo a turba ruim, desabrida!...
Sou a cigana que vive e ama pra valer...
Mulher sem preconceito, feminina, amante!
Que muito deseja e muito se faz querer...
Sou tarde de verão, sou o sol flamejante!...
Sou cigana, bruxa, fada, feiticeira...
Uma fênix nesta terra enfurecida!
Não temo facada.. nem fogueira...
Sempre estarei de pé, renascida!
Sou cigana, ser cigana é ser valente.
É sorrir... dançar... rodopiar... cantar!...
Abraçar muitos irmãos... toda a gente!...
Toda a magnificência de Deus.. exaltar!
Sou cigana, tenho brasa no peito, no olhar.
Amo a liberdade, a natureza, a terra, o mar!
Sou a alma de um violino plangente a tocar,
Meu amor... é um meigo manancial a jorrar!
Não tremo frente à torpeza e a patifaria,
Minha missão é levar felicidade e magia.
Sou livre como o vento, sou louca ventania!
Celebro a vida que em mim habita...
O amor por mim sentido, conjugado.
A lealdade em minhas veias palpita.
Meus sonhos viajam num cavalo alado!
Sou cigana, misto de mulher e feitiço.
De mansa pomba e tigresa ferida...
Faço parte de um povo justo e castiço,
Não temo a turba ruim, desabrida!...
Sou a cigana que vive e ama pra valer...
Mulher sem preconceito, feminina, amante!
Que muito deseja e muito se faz querer...
Sou tarde de verão, sou o sol flamejante!...
Sou cigana, bruxa, fada, feiticeira...
Uma fênix nesta terra enfurecida!
Não temo facada.. nem fogueira...
Sempre estarei de pé, renascida!
Sou cigana, ser cigana é ser valente.
É sorrir... dançar... rodopiar... cantar!...
Abraçar muitos irmãos... toda a gente!...
Toda a magnificência de Deus.. exaltar!
Sou cigana, tenho brasa no peito, no olhar.
Amo a liberdade, a natureza, a terra, o mar!
Sou a alma de um violino plangente a tocar,
Meu amor... é um meigo manancial a jorrar!
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
O Poeta Verdadeiro
O poeta verdadeiro
É como um vulcão explodindo
Todas nuanças de cor, de amor à vida...
Morrendo para renascer em cada
Verso. Nascendo em cada lágrima
Derramada no decorrer da estrada.
O poeta é o médico das almas
Desvalidas, esquecidas e cansadas...
Ser poeta é querer que todas
As dores do mundo sejam
Curadas, com o carinho das palavras.
O poeta é andarilho do mistério
Rei da clarividência...
Alheio ao desamor e ao ódio...
O homem do mundo sem moradia certa.
De papel em punho desmascarando
A face dos cruéis...
Secando as lágrimas dos injustiçados.
O poeta verdadeiro é aquele que veste de
fantasia, o amor sonhado por tanta gente...
Menestrel das noites e madrugadas...
Anjo da guarda dos renegados,
Dos que andam sem rumo pelas calçadas.
O verdadeiro poeta povoa sua solidão
De risos, música, rimas, estrofes encantadas...
Esquecendo que é apenas um homem e
Mais nada...
É como um vulcão explodindo
Todas nuanças de cor, de amor à vida...
Morrendo para renascer em cada
Verso. Nascendo em cada lágrima
Derramada no decorrer da estrada.
O poeta é o médico das almas
Desvalidas, esquecidas e cansadas...
Ser poeta é querer que todas
As dores do mundo sejam
Curadas, com o carinho das palavras.
O poeta é andarilho do mistério
Rei da clarividência...
Alheio ao desamor e ao ódio...
O homem do mundo sem moradia certa.
De papel em punho desmascarando
A face dos cruéis...
Secando as lágrimas dos injustiçados.
O poeta verdadeiro é aquele que veste de
fantasia, o amor sonhado por tanta gente...
Menestrel das noites e madrugadas...
Anjo da guarda dos renegados,
Dos que andam sem rumo pelas calçadas.
O verdadeiro poeta povoa sua solidão
De risos, música, rimas, estrofes encantadas...
Esquecendo que é apenas um homem e
Mais nada...
domingo, 17 de outubro de 2010
Letargias & Medos
Cansada de enganos e erros profundos,
Infindos desertos... silêncios... escuridões...
Fechei-me, guardei-me num pequeno mundo,
Tentando curar meu coração das agressóes.
Já não ouço noturnos, nem gritos de euforia...
Tampouco o ruidoso som de festas e alegria.
Lágrimas insistentes... dedilham a minha lira...
Só a inerente solidão... faz-me companhia...
Não quero mais esperar... acreditar em nada.
Bastam-me as feridas causadas pela vida.
Minha canção maior é uma obra inacabada...
Uma partitura atirada ao léu... interrompida!
Fico aqui... escondida... tentando entender,
Tentando sorrir... tentando voltar a viver!
Olhando no espelho sem me reconhecer...
Vendo pela janela a chuva e o anoitecer...
Enfim... estou de mim mesma protegida.
Não mais serei pela dor massacrada...
Emoções em meu peito não terão guarida
Sou um nada... indo ao encontro do nada!
Afundando-me em letargias e medos!
Jamais me livrarei desse cruel segredo!
Infindos desertos... silêncios... escuridões...
Fechei-me, guardei-me num pequeno mundo,
Tentando curar meu coração das agressóes.
Já não ouço noturnos, nem gritos de euforia...
Tampouco o ruidoso som de festas e alegria.
Lágrimas insistentes... dedilham a minha lira...
Só a inerente solidão... faz-me companhia...
Não quero mais esperar... acreditar em nada.
Bastam-me as feridas causadas pela vida.
Minha canção maior é uma obra inacabada...
Uma partitura atirada ao léu... interrompida!
Fico aqui... escondida... tentando entender,
Tentando sorrir... tentando voltar a viver!
Olhando no espelho sem me reconhecer...
Vendo pela janela a chuva e o anoitecer...
Enfim... estou de mim mesma protegida.
Não mais serei pela dor massacrada...
Emoções em meu peito não terão guarida
Sou um nada... indo ao encontro do nada!
Afundando-me em letargias e medos!
Jamais me livrarei desse cruel segredo!
Subscrever:
Mensagens (Atom)