domingo, 24 de agosto de 2008

LIBERTAÇÃO

Busca da tua alma a libertação
Arromba as pesadas portas do infinito
Trancas de aço que te calam
Grita e foge da inexorável destruição


A noite chega e seu manto alcança
Muitos versos espalhados pelo chão
Vozes não se ouvem, o silêncio se fez
Estático o tempo espera a sua vez


Estrelas trazem a esperança
Afagam a boca que não mais sorri
Morada pretérita do fácil riso
Estendido resta o corpo no gélido piso


A lua aflita por justiça clama
Ergue-se no presente poderosa chama
É o sol que aquece o pranteado leito
Novos sonhos surgem exigindo respeito

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