E quando nada mais existir,
A não ser um frio adeus:
Nas certezas visto o porvir,
Bastam-me os erros meus.
Porque se o silêncio rugir,
E na dor olhar os olhos teus.
Terá sentido então existir;
Pois a vida estará nos seus.
Não mais a verei enfim.
Mas estarás plena em mim.
Na canção o vento; jasmim.
Nos dias nesta vil jornada.
Nas noites sem mais nada,
No coração do mar sem fim.
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