Saúdo-a em boca entreaberta!
Mostrando-se esperta e lépida,
Sentindo os sabores da espécie.
Degustas o suor da pele tensa
De um corpo em torpor.
Desperta-me o sentido do desejo,
Quando lambes minhas pétalas,
Doce rosa escondida,
Que te anseia sem pudor.
Caminha! Neste corpo de malícias,
Proclamando-o em delícias,
Moldurando-o em volúpias,
Disfarçando a rubra cor.
Penetra-me!
Sinta o gosto do pecado
Sejas lenta e delicada!
Neste céu, luzes, estrelas!
Faze delas a orgia,
Desabroche minha flor!
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