No lugar das tradicionais e efusivas discussões familiares, o jantaré marcado pelo tilintar de um par de talheres. Em vez de crianças eufóricas correndo pela casa, os corredores estão vazios e melancólicos.
Até recentemente, o "morar só", era inevitavelmente relacionado a ser só. Hoje, essa condição virou um estilo de vida graças a um boom de jovens que têm deixado a casa dos pais em busca das tão almejadas liberdade e autonomia.
Quem mora sozinho é menos solitário do que se supunha e desfruta da vida em comunidade.
Até alguns anos atrás, a mulher que morava sozinha era estigmatizada, carregava a pecha de mal amada ou abandonada.
Viver só, não significa estar condenado à solidão.
O saudável é equilibrar os momentos de isolamento e reclusão, com os de interação com a família e os amigos.
Assim é possível ser feliz sozinho.
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