Entre sonhos, incertezas e alegrias,
Cumprimos o ritual da nossa caminhada.
Foram trezentos e sessenta e cinco dias...
Tiverem as dores, frustrações e nostalgia,
Mas, também, felicidades e alegrias.
Nas manhãs, o cantar dos passarinhos,
No entardecer a brisa suave da natureza.
Sentimos o aroma suave das flores
E o carinho dos nossos amores
Que deixou nossas almas enlevadas.
Mas, merece uma reflexão,
Para podermos fazer uma avaliação
Do que deixamos de realizar.
É, também, uma preparação
Para a próxima desconhecida caminhada,
Quando levaremos as nossas esperanças.
Seremos surpreendidos pelas mudanças,
Que, com toda certeza, haverão de vir.
Esse é a imprevisível estrada da vida,
Cheia de curvas, atalhos e desvios,
E das incerteza nas encruzilhadas.
Nessa permanente repetição,
Não deveremos deixar de usar o amor,
Que brotará do âmago do nosso coração
Para enaltecer o nosso Criador.
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