quarta-feira, 13 de agosto de 2008

ODE AO CIGARRO

Marlboro terra de ninguém;

Cigarro vício sem volta,

Mas quem é que não o tem?

Há quem o cigarro não solta,

Acaba me fazendo fumar também.

Fumante ativo, fumante passivo,

Meu bem.

Da minha parte, eu não fumo,

Pois fumar não me convém

Não sou do cigarro cativa,

Embora com ele eu conviva,

Muito bem.

Não posso negar que, depois do amor,

Um cigarrinho vai bem.

Não fumar, para mim, é questão de ideologia.

Uma questão de pudor;

Não vou sustentar com meu dinheiro

Esta industria imperialista e trapaceira

Não vou queimar minha parca economia

E ainda fazer uma fumaceira

Cof... cof...cof... cof.. cof...

Mas entendo bem quem goste.

Meu coração é de Jesus

E, democraticamente, de quem nele se encoste.

Os meus pulmões não são da Sousa Cruz

Ou de qualquer outra industria que o cigarro importe.

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