segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Noite suave.

Divaga a noite onde a lua se pendura.

E no adocicado do orvalho dedica,

Todo o aconchego da intensa candura.

Que da profundidade escura se erradia.



Enquanto sonhos e desejos se depositam,

Nos braços fortes da sua fiel penumbra.

Para regozijo de todos que ainda acreditam,

Pedir amor à estrela que se vislumbra.



E assim fazer do seu frescor a intimidade.

Na hora mais intensa no contado da verdade,

Sucumbir a todo encanto da sensação.



Porque na sombra de um anoitecer,

Moram todos os segredos que vi nascer.

Quando o amor penetra o coração.

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