Minha arma,
o carinho,
minha sofreguidão,
um sax alto apaixonado,
engajando-se, tirando
de cada nota uma história
a ser contada, uma lágrima
sangrando em poesia,
um campo de sonhos
para um pescador de ilusões!
Minha era,
a de aquarius,
minha imensidão,
o instante silencioso,
envolvendo-se no entrelace,
a fusão dos poros,
a difusão das Dalva’s
em um brilho umedecido
no derrame dos ósculos
em combustão!
Minha mansão,
a de um circo voador,
minha capela,
o amor estampado no peito
emergindo em toques e chalés,
d’onde o carvalho se faz vinho,
e o vinho um doce pecado
marcado no seio da vida!
Sem comentários:
Enviar um comentário