Caí no espanto do teu olhar
Com a vontade do meu ser
E quase me estive a afogar
No mar doce do teu querer.
Mas nadei para a margem
Sem pressas nem aflição
Para encontrar a coragem
De resistir à tentação.
Abusei muito da resistência
Pensei tempo demasiado
Agora a tua doce cedencia
Já faz parte do passado.
Hoje reina a monotonia
E o vicio da solidão
E quando acaba o dia
Começa o sonho de paixão
Sem comentários:
Enviar um comentário