Foi-se embora o poeta;
não levou seus versos;
deixou, entre letras, a rima.
Sem dizer nada,
partiu sem despedidas.
A saudade gritou,
chamou por seu nome,
mas ele, distante,
não ouviu, ou viu
as horas de angústia passarem.
O relógio do tempo parou
de marcar tristezas;
o cansaço venceu.
Silêncio...
o poeta adormeceu,
sonhando com a seu grande amor.
Além da imaginação,
finalmente ele chegou,
e, nos braços da felicidade,
sente em paz a liberdade, encantada,
ler seus versos ao vento.
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